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Além de Chernobyl: as 15 maiores cidades fantasmas da história

Por todo o mundo existem cidades abandonadas que se tornaram alvo de turistas e grande inspiração de escritores e cineastas. Desastres naturais, ou causados pelo homem, guerras e problemas econômicos são os principais motivos para uma cidade deixar de ser habitada.

Por mais que as razões não sejam as melhores, há um charme especial que paira nas cidades abandonadas. Não é à toa que inspiram tantas histórias!

Descubra a seguir 15 das maiores cidades fantasmas da história:

15. San Zhi, Taiwan

População anterior: 0

População atual: 0

San Zhi

Também conhecido como “casas OVNI” e “ruínas do futuro”, o complexo de casas de San Zhi começou a ser construído em 1978. A intenção era a de serem um resort de luxo. Com uma arquitetura futurista que lembra discos voadores, as obras foram abandonadas em 1980 devido a uma série de acidentes ocorridos durante a construção. Apesar da comoção pública para que se mantivessem as ruínas, ou pelo menos parte delas como museu, o complexo foi demolido em 2008 para dar espaço a novos resorts .

14. Wittenoom, Austrália

População anterior: aproximadamente 500

População atual: 3

Wittenoom

A cidade de Wittenoom surgiu para dar suporte à mineração de amianto azul em meados dos anos 1930. Antes disto, era uma região pastoril. Teria sido melhor que tivesse continuado assim… A extração de amianto azul se provou muito prejudicial à saúde e a poeira levantada pelos vários anos de mineração acabou por deixar a região contaminada. Hoje em dia, a cidade foi abandonada pelo governo, sendo que até estradas que levam a áreas contaminadas foram bloqueadas. Mesmo assim, ainda existem 3 moradores na cidade.

13. Oradour-sur-Glane, France

População anterior: aproximadamente 700

Oradour-sur-Glane

O vilarejo de Oradour-sur-Glane era uma pequena área agropecuária que foi vítima de um terrível massacre cometido pela 2ª Divisão SS Das Reich. Os nazistas metralharam e queimaram 642 pessoas, quase a população total da vila. A cidade nunca foi reconstruída e permanece intacta como um memorial dos horrores da guerra.

12. Centralia, Pennsylvania, EUA

População anterior: aproximadamente 1.000

População atual: 10

Centralia

Uma ação de controle de incêndios na cidade de Centralia acabou por causar justamente o oposto e a cidade se viu em um incêndio sem precedentes. Quando os bombeiros limpavam o aterro de lixo, uma antiga mina de carvão foi atingida pelo fogo. O incêndio subterrâneo levou meses para ser extinto e, após vários anos, ainda haviam incidentes de fuga de gases tóxicos. Esta situação levou com que a grande maioria da população saísse da cidade.

11. Ruby, Arizona, EUA

População anterior: 1.200

Ruby

Uma muito bem preservada cidade do Velho Oeste, Ruby foi originalmente uma cidade base para a mineração realizada na Mina Montana. No início dos anos 1920, a cidade sofreu uma série de homicídios cometidos por rebeldes mexicanos e por bandidos. Mas isto não impediu a cidade de prosperar, por volta dos anos 1930 Ruby viveu o seu apogeu extraindo chumbo, zinco e prata. Porém em 1940, a mina foi fechada e não demorou muito para a cidade ser abandonada.

10. Fortaleza de Shali, Oásis de Siwa, Egito

População anterior: desconhecido

Fortaleza de Shali

A Fortaleza de Shali está localizada na região do Oásis de Siwa que foi o lar de uma comunidade bárbara. Construída com rochas naturais, kershif (uma mistura de sal e barro) e troncos de palmeira, a fortaleza aguentou os desgastes naturais por vários séculos. No entanto, em 1926, ocorreram fortes chuvas durante 3 dias que causaram grandes danos à edificação do local. Depois disto, a população local mudou-se para instalações vizinhas mais modernas e a fortaleza ficou vazia.

9. Craco, Itália

População anterior: 1.350

População atual do município: 796

População atual do centro histórico: 0

Craco

O centro histórico do município de Craco na Itália precisou ser abandonado pelos moradores em 1963. Tudo devido a deslizamentos de terra que tornaram a área arriscada para se viver. Mesmo assim o local é um grande ponto turístico da região atraindo visitantes de todo o mundo.

8. Ilha Hashima, Japão

População anterior: 5.259 habitantes

Ilha Hashima

Hashima é a maior e mais famosa das ilhas “fantasma” da província de Nagasaki. O território possui ao todo 505 ilhas não habitadas. Hashima funcionou como uma base de extração de carvão da Mitsubishi de 1890 a 1974. No entanto quando o carvão passou a ser substituído pelo petróleo, as atividades da ilha foram encerradas. Em 2015, Hashima foi declarada Patrimônio Mundial pela Unesco e atualmente a ilha recebe visitas turísticas.

7. Kayaköy, Turquia

População anterior: 6.500

Kayaköy

Hoje, Kayoköy se tornou um grande museu a céu aberto para os turistas que visitam a região sudoeste da Turquia. No entanto, a vila chegou a comportar 6.500 pessoas que fugiram da região ao final da Guerra Greco-Turca em 1923.O que mais chama a atenção dos turistas são as duas igrejas ortodoxas gregas entre as ruínas da cidade.

6. Bodie, Califórnia, EUA

População anterior: 10.000

Bodie

Bem-vindos ao Velho Oeste! Y-haaa!! Bodie é um dos maiores exemplos de cidades nascidas na época da Corrida do Ouro nos Estados Unidos, cresceu muito rápido e declinou bastante rápido também. Para além das dificuldades financeiras e da violência constante, a cidade sofreu vários incêndios. Isto espantou as pessoas que viviam ali, mas mesmo assim, parte da cidade permanece intacta até hoje.

5. Tianducheng, China

População estimada: 10.000

População atual: cerca de 200

Tianducheng

Tianducheng foi construída para funcionar como um grande condomínio de luxo chinês. A cidade basicamente é uma cópia de Paris, possuindo uma réplica da Torre Eiffell, do Arco do Triunfo e também de uma fonte do Palácio de Versailles. A cidade não fez o sucesso almejado e nunca alcançou o número de habitantes pretendido, o que lhe rendeu o status de “cidade fantasma”.

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4. Varosha, Famagusta, Chipre

População anterior: 39.000

Varosha

Tecnicamente Varosha não é uma cidade, mas um bairro, enorme, porém ainda um bairro. Famagusta foi um dos maiores destinos turísticos do mundo na década de 1970. Em 1974, viu a sua região destinada a grandes hotéis de luxo virar um campo de batalha durante a invasão Turca à Ilha de Chipre. Os habitantes fugiram e o exército turco construiu uma cerca ao redor da área. Varosha continua sob o domínio turco e é usada como barganha para as negociações em relação aos impasses territoriais entre os países.

3. Agdam, República do Nagorno-Karabakh / Azerbaijão

População anterior: 39.200

População atual: 360

Agdam

Em 1993, a cidade de Agdam foi o cenário de uma grande batalha da Guerra Nagorno-Karabakh. Quando o exército armênio invadiu a cidade, a população evadiu por completo e as forças militares destruíram o máximo possível para evitar a volta dos moradores. No entanto, hoje em dia algumas pessoas habitam a cidade, mesmo em condições precárias.

2. Polyana, Abkházia, Geórgia

População anterior: 43.000

População atual: 200

Polyana

A guerra civil pela independência da região da Abkházia no norte da Geórgia que terminou em 1993 permanece um impasse, pois apesar do território se considerar independente, são poucos os países que o reconhecem. O fato é que a guerra arrasou a economia e os habitantes do local. Atualmente há tão poucas pessoas vivendo nos vilarejos que se tornaram notórios como cidades fantasmas. Polyana entre eles.

1. Pripyat, Ucrânia

População anterior: 49.360

Pripyat

Talvez a mais famosa cidade fantasma do mundo, Pripyat viveu o maior desastre nuclear da história. O acidente nuclear de Chernobyl ocorreu no dia 26 de abril de 1986 e começou enquanto eram feitos testes em um dos reatores da estação. O reator explodiu e liberou uma quantidade enorme de radioatividade no ar. Pripyat foi evacuada em 2 dias e, hoje em dia, já é considerado seguro visitar a área, no entanto ninguém vive mais na cidade.

Menção honrosa: Fordlândia, Pará, Brasil

População atual: 1.200

fordlandia

A única “cidade-fantasma” brasileira é Fordlândia no Estado do Pará. No final dos anos 20, a Ford criou a cidade com o objetivo de montar uma plantação de seringueiras e utilizar a borracha extraída para a criação dos pneus da marca. O empreendimento não correu muito bem, visto a má qualidade do solo do terreno e o desconhecimento dos gerentes norte-americanos do plantio das seringueiras. Em 1945, o projeto foi encerrado e a cidade foi abandonada. No entanto, atualmente a cidade é habitada e a principal atividade local é a agropecuária.

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Conheça 18 incríveis cidades fantasmas espalhadas pelo mundo!

Por motivos diversos, essas cidades antes movimentadas foram abandonadas, dando lugar a ruínas ou pontos turísticos..

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Cidades fantasmas são locais que, por razões diversas, acabaram abandonadas, deixando ruínas ou restos visíveis para trás. Guerra, declínio econômico, poluição, desastres naturais ou acidentes radiológicos fizeram com que lugares antes movimentados, de repente, se tornassem quase ou totalmente desabitados. Com acesso restrito ou atrações turísticas, conheça 18 cidades fantasmas espalhadas pelo mundo .

Ruas silenciosas, prédios abandonados e um vazio digno de filme de terror ou show pós-apocalíptico mostram a visão triste de comunidades antes prósperas. Ainda que, de certo modo, assustadoras, as cidades fantasmas despertam o fascínio, tornando-se um fenômeno turístico há milênios. Por isso, muitas das cidades fantasmas espalhadas pelo mundo tornaram-se parques e atrações abertas à visitação.    

Assim, com apenas uma volta, o visitante vê a intimidade e privacidade expostas, relembrando aquilo que já foi esquecido em cada detalhe. Paredes desmoronadas, janelas quebradas e gavetas abertas mostram aquilo que foi deixado para trás por razões diversas. No entanto, algumas delas restringem o acesso, proibindo a entrada por motivos de segurança, aguçando ainda mais a curiosidade.   

Posto de mineração abandonado na Namíbia, complexo indígena fantasma no Novo México ou uma cidade devastada por acidente nuclear. Confira a lista de 18 cidades fantasmas espalhadas pelo mundo . 

Cidades fantasmas pelo mundo

Pripyat, ucrânia.

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Pripyat, na Ucrânia (cidade da Usina de Chernobyl

Pripyat , na Ucrânia, talvez seja uma das cidades fantasmas mais conhecidas desta lista. Fundada em 1970 para apoiar a próxima usina nuclear de Chernoby l, Pripyat foi a nona cidade nuclear da União Soviética e chegou a uma população de 49.360 habitantes. Contudo, acabou evacuada um dia após o maior acidente radiológico do mundo, o desastre de Chernobyl, ocorrido na tarde de 27 de abril de 1986. 

Os altos índices de radiação fizeram com que a região fosse abandonada e se tornasse uma cidade fantasma. Os níveis de radiação reduziram com o tempo, por isso, empresas ucranianas organizam visitas guiadas ao local. Contudo, o passeio tem tempo e acesso limitados por motivos de segurança, pois o risco de contaminação ainda existe. 

Goldfield, EUA

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Goldfield (EUA)

Goldfield está localizada entre as Montanhas da Superstição e Goldfield, e foi fundada em 1892. Outrora um campo minado fluorescente, a cidade nasceu após a descoberta de minério de ouro de alta qualidade na área. As minas impulsionaram o crescimento da região que, então, viu serem construídos agência postal, três bares, pensão, loja geral, cervejaria, ferreiro, açougue e uma escola. 

Goldfield chegou a ter população com 1.500 pessoas em seu auge mas, tão rápida quanto seu apogeu, foi sua queda. Apenas cinco anos após sua fundação, Goldfield foi deixada para trás assim que as jazidas de ouro se esgotaram. A cidade mudou de nome para Youngberg, retornando para a antiga alcunha quando comprada por investidores. Hoje, é uma atração turística que inclui passeios por minas subterrâneas.

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Döllersheim, Áustria

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Döllersheim (Áustria)

A vila de Döllersheim – e seu declínio – tem fortes ligações com o Fuhrer Adolf Hitler. Estima-se que seu surgimento remonte ao século XII, pela primeira menção a seu nome em 1143, pelo duque Henri XI da Baviera. Próximo à vila, havia uma aldeia chamada Strones, onde Alois Hitler, pai de Adolf Hitler, nasceu em 1837. A aldeia não tinha capela então sua mãe, Maria Schicklgruber, foi à paróquia de Döllersheim para registrar o nascimento.

Em 1938, a Áustria foi anexada pela Alemanha nazista e Hitler ordenou que Döllersheim, bem como aldeias vizinhas menores, fossem evacuadas. O intuito era formar uma grande área para treinamento militar. Para isso, os moradores tiveram suas casas bombardeadas (inclusive, como parte do treinamento) e foram realocados à força. Hoje, algumas áreas seguem ocupadas pelas Forças Armadas Austríacas, mas outras estão liberadas para visitas desde 1981, incluindo  a igreja paroquial românica de São Pedro e Paulo. 

Plymouth, Montserrat

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Plymouth, em Montserrat

Plymouth está localizada na Ilha de Montserrat, território ultramarino do Reino Unido. Outrora capital, Plymouth foi construída sobre depósitos de lava próximos ao vulcão Soufrière Hills, até então considerado inativo. Eis que, surpreendentemente, o vulcão entrou em erupção no ano de 1995, e os moradores foram obrigados a deixar a cidade. Dois anos depois, a região foi completamente destruída pelo fogo, ficando coberta de poeira e detritos. 

A atividade vulcânica continuou, assim, toda a metade sul da ilha foi declarada como zona de exclusão. Apesar disso, Plymouth segue sendo a capital de jure de Montserrat, o que faz dela a única cidade fantasma que é a capital de um território político.

Calico, EUA

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Calico, nos EUA

Calico , no Condado de San Bernardino, Califórnia, foi construída em 1881 como cidade mineira de prata . O minério foi descoberto nas Montanhas Calico e, pouco tempo depois, um borato mineral de cálcio chamado colemanita. A atividade aumentou a fortuna cidade e, consequentemente, sua população. Há registros de que, em 1890, havia 3.500 pessoas vivendo por lá, entre chineses, ingleses, irlandeses, gregos, franceses e americanos. 

Porém, os preços da prata caíram substancialmente em 1890, tornando as minas inviáveis. A população foi diminuindo e chegou ao seu ponto crítico na década seguinte, quando a mineração de bórax cessou na região, já em 1907. Atualmente, Calico é um destino turístico, após passar por restauração.

Wittenoom, Austrália

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Wittenoom, na Austrália

Mais uma cidade construída em torno da mineração, Wittenoom , no oeste da Austrália, foi fundada em 1946 para a exploração do amianto azul (hoje, considerado o mais perigoso dos seis tipos de amianto). Contudo, as minas pararam de produzir de forma rentável e acabaram fechadas em 1966. Somou-se a isso a preocupação com a saúde dos moradores e da própria população. 

Wittenoom foi oficialmente excluída do mapa australiano em 2007, bloqueando as estradas que levavam às áreas contaminadas. Mas, mesmo o risco de contaminação não afugentou os turistas que transformaram o local em área de turismo extremo.   

St. Elmo, EUA

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: St. Elmo, nos EUA

Observou que a maior parte das cidades fantasma desta lista, especialmente nos EUA, tiveram seu auge e declínio ligados à atividade mineradora? Não é diferente com St. Elmo , vinculada à exploração do ouro e da prata . Originalmente nomeada como Forest City, teve seu nome alterado por Griffith Evans, um dos fundadores, para St Elmo. O motivo? O homem estava lendo um romance com o mesmo título! 

O apogeu de St. Elmo deu-se em 1890, mas a indústria de mineração começou a declinar já no início da década de 20. O serviço foi interrompido de vez em 1922, com a passagem da ferrovia, afugentando a população. Alguns poucos moradores seguem por lá, mas é considerada uma das cidades fantasmas mais bem preservadas do Colorado. Por isso, também tornou-se destino turístico. 

Val-Jalbert, Canadá

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Val-Jalbert, no Canadá

Val-Jalbert , no Canadá, está a 8 km de Chambord e foi fundada em 1901. A cidade deve seu crescimento à fábrica de celulose construída por Damase Jalbert nas proximidades. Porém, o moinho foi fechado em 1927 e a aldeia acabou deserta. Os mais de 70 prédios abandonados originais permanecem de pé e Val-Jalbert é uma das cidades fantasmas mais bem preservadas do Canadá. Por isso, foi transformada em parque em 1960.

Kolmanskop, Namíbia

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Kolmanskop (Namíbia)

Kolmanskop , no sul da Namíbia, também não escapou ao destino fadado às cidades mineiras. Diz-se que, em 1908, um trabalhador encontrou um diamante e o mostrou ao inspetor ferroviário August Stauch, então seu supervisor. A notícia logo se espalhou e os alemães tiveram instalação permitida para explorar diamantes na região. Tanto que, pouco tempo depois, uma grande área foi declarada como Sperrgebiet. E o que isso significa?

Significa que 320 km no sudoeste da Namíbia, desde Oranjemund (fronteira com a África do Sul) até 45 km ao norte de Lüderitz, fossem restritos à extração da pedra. Os primeiros mineiros ficaram ricos, o que atraiu a construção de uma vila no estilo alemão. Casas, hospital, salão de festas, usina de energia, escola, pista de boliche, teatro, salão, cassino, fábrica de gelo e a primeira estação de raios-X foram levantados lá.     

Mas, veio a Segunda Guerra Mundial e, com seu fim, o campo de diamantes começou a se esgotar, diminuindo a população de Kolmanskop até seu total abandono em 1956. Atualmente, o deserto trouxe de volta parte da cidade e turistas, especialmente fotógrafos, visitam os edifícios com areia até os joelhos. Embora um local popular para turistas, Kolmanskop segue em área restrita e é necessário pedir permissão para entrar na cidade.

Dhanushkodi, Índia

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Ruínas de Dhanushkodi, na Índia 

Dhanushkodi , na Índia, foi vítima de um terrível desastre natural. Antes uma cidade cheia de vida, com vistas para o Mar Laccadive e Estreito de Palk, Dhanushkod viu tudo mudar em 1964. Este foi o ano da passagem do ciclone Rameswaram , que atingiu a cidade com ventos de até 280 quilômetros por hora e maremotos de 7 metros de altura. Tudo aconteceu na noite do dia 22 de dezembro, matando cerca de 1.800 pessoas. 

A região foi abandonada e o governo de Madras declarou Dhanushkodi como uma cidade fantasma, ou seja, imprópria para viver. Tudo o que restou foram as ruínas e a Dhanushkodi Beach Point, onde turistas ainda conseguem tirar fotos cênicas. 

Lifta, Israel

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: A vila abandonada de Lifta, em Israel

A vila de Lifta , em Israel, tem nascimento estimado na Segunda Idade do Ferro, devido a restos arqueológicos descobertos no local. Porém, Lifta foi despovoada na Guerra Civil de 1947-1948 na Palestina, como parte do êxodo palestino de 1948. Findo o conflito, famílias judias viveram no local, mas boa parte da comunidade judaica também saiu em 1971. 

Parte da área foi transformada em clínica de reabilitação de drogas e escola secundária. Os últimos residentes deixaram Lifta em 2017 e, desde então, a vila foi declarada pelo governo como uma reserva natural israelense.

Glenrio, EUA

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Glenrio, nos EUA

Glenrio, na linha de estado do Texas com o Novo México, foi originalmente uma cidade ferroviária, além de uma popular parada para motoristas na lendária Rota 66 . A cidade ficava na fronteira entre dois estados, por isso, algumas práticas comerciais interessantes foram instituídas. Por exemplo, toda a gasolina era distribuída no Texas porque os impostos sobre o gás no Novo México eram mais altos sobre o gás. 

Ainda, o condado de Deaf Smith, no Texas, seguia sob a Lei Seca, proibindo o comércio de álcool. Por isso, um bar e motel local foram construídos no lado do Novo México. Daí, veio a Interestadual 40 e o pessoal que seguia pela Rota 66 deixou de passar por Glenrio (bem parecido com a cidade da animação Carros, lembra?). Hoje, Glenrio é uma cidade fantasma que ainda preserva a memória de seus tempos áureos, além do espírito da Rota 66.

Ilha Hashima, Japão

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Ilha Hashima, no Japão

A Ilha Hashima , também conhecida como Gunkanjima , fica a cerca de 15 km de Nagasaki, no sul do Japão. Lá, minas de carvão submarinas foram estabelecidas em 1887, cerca de 80 anos após a descoberta do minério na ilha. No ano de  1959, a população estimada da ilha beirava os 5.259 habitantes. Em 1974, perante o gradual esgotamento das reservas de carvão, as minas foram fechadas e as pessoas deixaram Hashima.

O local seguiu abandonado até o início dos anos 2000, quando as ruínas históricas da ilha despertaram interesse. Assim, governo japonês restaurou alguns dos edifícios e autorizou que turistas visitassem Hashima a partir de 2009. Em 2015, a ilha foi declarada Patrimônio Mundial da UNESCO .

Garnet, EUA

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Garnet, nos EUA

Garnet é mais uma das cidades mineiras abandonadas nos EUA. Fundada em 1860, foi o centro residencial e comercial de uma área cuja exploração do ouro era extrema. Acredita-se que, em 1898, cerca de 1.000 pessoas povoaram a cidade antes conhecida como Mitchell. Garnet foi abandonada duas décadas depois, quando o minério esgotou. A situação ficou ainda mais crítica quando um incêndio destruiu metade da cidade em 1912. 

Hoje, Garnet é também um destino turístico, além de uma das cidades fantasmas mais bem preservadas do estado, recebendo 16.000 visitantes anuais.

Varosha, Famagusta, Chipre

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Resort abandonado na cidade de Varosha, no Chipre

Varosha é, hoje, um bairro abandonado do sul da cidade de Famagusta, no Chipre, mas já foi uma área turística moderna. Na década de 1970, despontou como destino turístico número um em todo o país, trazendo o aumento de hotéis e várias outras atrações. Em seu auge, era visitado por celebridades, como Elizabeth Taylor, Richard Burton e Brigitte Bardot. O declínio veio com a invasão turca no Chipre em 1974 e os moradores de Varosha precisaram fugir. 

A área permaneceu abandonada e sob o controle das Forças Armadas turcas. Até hoje, Varosha está desabitada e a entrada é proibida.

Oradour-Sur-Glane, França

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Oradour-Sur-Glane, na França

Oradour-sur-Glane , uma vila na região de Nouvelle-Aquitaine, no centro-oeste da França, teve seu triste fim com a invasão da Alemanha nazista . No fatídico 10 de junho de 1944, 642 pessoas, incluindo mulheres e crianças, foram massacradas por soldados nazistas alemães. Cerca de 30 sobreviveram ao massacre, com 20 escapando da vila antes da chegada da unidade da brigada.

A unidade era liderada por Adolf Diekmann, cercando a cidade e obrigando que todos a saíssem de suas casas. Os detalhes sórdidos do massacre podem ser ocultados, mas a crueldade do ato foi tamanha que, após a guerra, o então presidente francês, Charles de Gaulle, decidiu que a vila deveria ser transformada em memorial. Depois, uma nova vila com o mesmo nome foi construída nas proximidades.

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Bodie, nos EUA

Bodie é, hoje, uma autêntica cidade fantasma do Velho Oeste com 110 edifícios. Mas, no século XIX, tinha de 5.000 a 7.000 habitantes e 2.000 construções após uma lucrativa mina de ouro ser descoberta. Os sinais de declínio começaram a aparecer no início do século XX, com o início da queda nos lucros.

Assim como outras cidades fantasmas, Bodie virou atração turística e os visitantes podem caminhar livremente pelas ruas desertas. Os restos permanecem como foram deixados, incluindo prateleiras ainda estocadas e lixo no chão. Ah, e tirar qualquer coisa do lugar é totalmente contra as regras do parque!

Craco, Itália

Incríveis Cidades Fantasmas pelo Mundo: Craco, na Itália

A última da lista é uma área histórica que remonta a 540 a.C., período em que os gregos se mudaram para o interior de Metaponto, uma cidade costeira, dando à área o novo nome de  Montedoro. Séculos passaram e a região foi se desenvolvendo, vendo nascer uma universidade, quatro grandes palazzi e uma população crescente. Mas, em 1656, uma praga assolou a região e o número de cidadãos foi reduzido em centenas. 

A única área que persistiu em meio a muitos conflitos foi Craco , contudo, sua queda era inevitável devido a fatores ambientais e geológicos. Entre 1892 e 1922, grande parte da população migrou para a América do Norte devido às más condições agrícolas. Já em 1963, Craco começou a ser evacuada em razão de um deslizamento de terra. Por fim, um terremoto em 1980 fez com que o local fosse completamente abandonado.

E aí, você conhecia alguma destas cidades fantasmas espalhadas pelo mundo ? Sabe de mais alguma que não esteja nessa lista? Conta pra gente!

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Equipe de redatores do Portal Rotas de Viagem. Voltada para a produção de conteúdos de viagens, curiosidades, aspectos culturais, vida no exterior, dentre outros assuntos do Brasil e de todo o mundo.

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Esta é a maior cidade fantasma do mundo

cidade fantasma

Dimitri Bourriau  é um artista francês também conhecido como Jahz Design que se formou em publicidade, mas sempre se interessou por história e arquitetura. Por esse motivo, publicou uma incrível reportagem fotográfica sobre a maior cidade fantasma do mundo no Bored Panda.

Em 1974, o tempo parou no Chipre após um forte bombardeamento em Varosha , um subúrbio da cidade de Famagusta, controlada pela Turquia. Desde então, o acesso foi proibido e o local mergulhou no silêncio como símbolo da divisão do Chipre. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan ,  autorizou a abertura de parte do distrito em 2020.

Foi quando Jahz Design teve a oportunidade de fotografar a maior cidade fantasma do mundo sob o controlo do exército turco. As imagens são incríveis.

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a maior cidade fantasma do mundo

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Ano passado eu viajei sozinho para a Mongólia Interior, para olhar de perto a bizarra metrópole fantasma de Ordos… e a experiência, como eu vim a descobrir, foi mais estranha do que qualquer coisa que eu pudesse ter me preparado para viver.

Este post apareceu originalmente no The Bohemian Blog, de Darmon Richter . Foi republicado aqui com a permissão de Darmon.

A cidade fantasma da Mongólia Interior

O mercado imobiliário chinês é um lugar estranho.

Com uma população de 1.351.000.000 pessoas e crescendo, o consequente crescimento na incorporação imobiliária levou a novos milionários e uma elite rapidamente crescente; ao mesmo tempo, porém, analistas temem que essa bolha imobiliária esteja prestes a estourar . O próprio país tem quase um trilhão de dólares em dívidas.

Enquanto isso, um bilhão de pessoas estão acordando para as possibilidades de carros velozes, smartphones, internet banda larga e cartões de crédito.

Algumas das cidades chinesas que crescem mais rápido são praticamente desconhecidas no Ocidente; mas para cada história de sucesso econômico repentino, parece haver uma faixa escondida de quases-lás, becos sem saída e falências. Dentre essas assombrações, no entanto, nenhuma se compara à estranheza da “cidade fantasma” chinesa: Ordos.

A cidade de Ordos é um centro populacional fortemente estilizado, localizado próximo ao Deserto de Ordos, e é uma das maiores cidades da Mongólia Interior. Essa área é famosa por sua população rapidamente crescente e áreas urbanas em desenvolvimento: a região da Mongólia Interior ostenta um PIB maior do que a própria Pequim.

A Mongólia Interior é um lugar interessante. Local de nascimento de Gengis Khan, apenas 79% da população pertence à etinia Han, predominante na China, enquanto 17% são de origem mongol. Antes parte da Grande Mongólia, até consecutivos impérios chineses e, mais recentemente, a chegada ao poder do Partido Comunista, a Mongólia Interior foi sendo moldada e fundida, de novo e de novo, como uma província subordinada à China.

Curiosamente, apesar disso a Mongólia Interior é um dos poucos lugares no mundo que ainda usa a escrita tradicional mongol. Enquanto a própria Mongólia adotou o cirílico durante os tempos comunistas, talvez os mongóis da China sentiram que tinham mais a provar, se agarrando fortemente a sua herança e, como consequência, os antigos caracteres ainda hoje aparecem em placas de rua em Ordos e Kangbashi.

Quando uma conglomeração de promotores imobiliários começaram a planejar um novo centro urbano do lado de fora da já existente cidade de Ordos, em 2003, a Kangbashi New Area, pareceu que Ordos estava pronta para se tornar a jóia futurística na coroa de cidades-estado chinesas.

Porém, ninguém realmente antecipou o quão rápido esse novo projeto iria desabar. Os prazos não foram cumpridos, empréstimos não foram pagos e investidores caíram fora antes que os projetos fossem terminados, deixando ali ruas inteiras de prédios inacabados. O custo absurdo de acomodação nessa cidade dos sonhos espantava muitos possíveis habitantes, então ficou difícil vender até mesmo os apartamentos completos.

De acordo com um taxista local com quem conversei, muitos dos que chegaram a se mudar para Kangbashi já estavam abandonando suas casas e fugindo da cidade fantasma.

Enquanto alguns desenvolvedores ainda trabalham em seus ingratos projetos de construção, outros estão ocupados baixando os preços. Preços típicos de casas em Kangbashi caíram de 3666 dólares para 1566 dólares o metro quadrado, apenas nos últimos cinco anos.

Hoje em dia no distrito de Kangbashi, planejado para acomodar uma população de mais de um millhão, é lar de 20 mil pessoas solitárias, deixando 98% desse local de 355 quilômetros quadrados ainda sob construção ou completamente abandonado.

Uma reportagem da AlJazeera de novembro de 2009 mostrou a cidade de Ordos para uma audiência mundia, e a história correu no ano seguinte até a Time Magazine . Rapidamente, Ordos ganhou o título de “cidade fantasma da China”.

Desde então, jornalistas e fotógrafos, representando diversas publicações renomadas mundialmente, capturam as ruas vazias de Kangbashi, sua linha após linha de blocos de apartamentos abandonados no meio da construção.

No entanto, nenhum deles pareceu se aventurar para longe do centro da cidade e suas ruas adjacentes; o resultado são paisagens urbanas pós-apocalípticas, amplas, que deixam muito à imaginação. Quanto mais eu lia sobre Ordos, mais eu queria saber o que se escondia atrás dessas portas e janelas colocadas apressadamente; ver por dentro, de verdade, sob a pele da cidade que nunca aconteceu.

Ano passado, meu sonho se tornou realidade. Eu me juntei ao Gareth do Young Pioneer Tours – um cara maluco o bastante para compartilhar minha fascinação por essa metrópole fantasma de outro mundo – e juntos começamos a planejar nossa jornada para a Mongólia Interior.

Chegada em Ordos

A cidade de Ordos é servida pelo novíssimo aeroporto Eerduosi. Do momento que nós saímos do avião, era óbvio que alguém, em algum momento, teve grandes planos para essa cidade.

Esculpido futuristicamente, o prédio do aeroporto é enfeitado com fontes e plantas, cafés chiques e escadas rolantes iluminadas brilhando em tons de verde e azul.

Enquanto a população de Ordos é agora apenas 10% mongol para 90% de chineses, ainda assim o aeroporto resplandece com ícones orgulhosos da origem mongol; efígies de cavalos e menestréis olhando para baixo através do saguão central, enquanto o salão de embarque possui um vasto mural, um anel de pinturas retratando a vida de Gengis Khan.

Para toda essa opulência, contudo, o aeroporto estava quase vazio.

Nós pegamos o segundo dos dois voos diários de Pequim para Eerduosi; partindo do campo de pouso pequeno, antigamente militar, nos subúrbios da capital. Ele nos trouxe para a Mongólia Interior depois de escurecer e nós pulamos para o ônibus de transferência em direção ao centro de Ordos.

Nós estivemos nesse ônibus luxuoso por cerca de meia hora, sentados em poltronas macias reclináveis como se fossem tronos, completos com seguradores de copos, descansos para as pernas e um canal de filmes… enquanto isso, cascos de concreto e metal passavam rápido em nossas janelas, meio vistos, distantes, formas sombrias aparecendo e desaparecendo na escuridão.

Me senti cercado por canteiros de obras invisiveis por todos os lados. Era difícil definir muito do que havia à nossa volta, por causa do interior brilhante do ônibus. No trecho final até Ordos, nós passamos pela casca de um futuro estádio; as vastas, esqueléticas arquibancadas circulando o campo de jogos central, aceso por holofotes industriais, e as regulares e reveladoras chamas de centenas de maçaricos.

Nunca em minha vida eu vi nada tão parecido com a segunda Estrela da Morte .

Nós chegamos em Ordos nas primeiras horas da manhã, deixamos as malas no hotel e pegamos uma cerveja para ir bebendo no caminho. O centro da cidade não estava longe de ser finalizado: tem lojas e apartamentos, cafés, bares e restaurantes. Para toda essa aparente normalidade, no entanto, o centro de Ordos é presidido por uma série de torres sinistras, prédios de escritórios cinzas, apartamentos e shoppings, quase todos completamente vazios.

Nós andamos por algumas horas, passando por restaurantes, bares, cassinos e sex shops. As luzes brilhavam fortes em todos os estabelecimentos, mas não havia ninguém. Cortando caminho por um beco, passamos pelas luzes pink de um bordel. A frente dele era toda em vidro, expondo uma trupe de jovens garotas estavam como em um desfile de um guarda-roupa de lingeries combinando. Essa cerca de meia dúzia de prostitutas somavam mais gente do que todos os pedestres que encontramos durante toda a tarde.

Em todos os lugares, parecia haver uma demonstração de que tudo estava pronto; de estabelecimentos com as portas bem abertas, não apenas como boas vindas mas, talvez, para provar um ponto. Para mostrar essa cidade como o destino funcional e hospitaleiro que quer tão desesperadamente ser.

Nós tentamos conseguir algo para comer em um restaurante, nos aproximando da porta onde crianças locais lutavam com uma mangueira d’água.

“Vocês têm comida?” nós perguntamos.

“Entrem, entrem”, elas responderam, apontando para a cabine mal iluminada, para a geladeira estocada com refrigerantes e macarrão frio. Não havia sinal de um adulto ali, nem sinal ou cheiro de um cozinheiro trabalhando. Como era comum em Ordos, as luzes estavam acesas mas não havia ninguém em casa.

Quando voltamos ao hotel, para as camas grandes e luxuosas e bares no quarto com uísque, amendoim e máscaras de gás, nós ainda estávamos lutando para apreender o lugar, para entender a cidade.

Tudo parecia com um canteiro de obras: uma cantina de pedreiros esticada até acomodar toda uma cidade. Para os homens a trabalho, havia muito dos confortos mais primitivos – bares, lanches e bordéis – mas enquanto restaurantes chiques e cassinos se mostravam como prontos para turistas, políticos ou, ainda melhor, investidores, a maioria não era mais do que fachadas vazias e letreiros sem significado.

Quando amanheceu o diz seguinte, nós tivemos nossa primeira impressão da escala real do abandono. Nós saímos para um café da manhã rápido, o restaurante coberto pela sombra do centro comercial da cidade. Porém, no lugar de prédios de escritórios, uma série de dedos vazios se erguia para o céu; as cascas de futuras torres, uma depois da outra, fileira após fileira, desaparecendo na distância.

Logo acima de nós se erguia o que poderia ser a sede de um banco – quarenta andares de escritórios, embrulhados em uma casca de painéis espelhados. Sem manutenção, no entanto, essas escamas reflexivas estavam caindo em grandes extensões, revelando o concreto nu embaixo. Nem finalizado estava, e já precisava de uma reforma.

Nós encontramos uma mesquita próxima ao centro, uma estrutura moderna e cubista formada de blocos brancos e limpos. Em uma inspeção mais profunda, pareceu que o templo nunca tinha sido utilizado; olhando pelas janelas de vidro não vimos nada além de espaço vazio, enquanto as portas em si ainda estavam embaladas em plástico, como se recém saídas às pressas de algum armazém.

Antes de irmos para nosso destino principal, decidimos dar uma olhada melhor por ali, o centro de Ordos mais antigo e mais densamente populoso.

Nós encontramos um taxista amigável, que estava muito feliz em nos levar para ver alguns dos principais pontos da cidade. Ele nos levou por um longo boulevard, iluminado por lâmpadas ornamentais, com figuras no estilo art deco dos anos de 1930; passou por um parque se tornando selvagem e por fileira após fileira de cascos de concreto. Cedo ou tarde chegamos a uma parada, diate da grande estátua de um cavalo posicionado no meio de uma esfera.

“Ordos”, a inscrição da estátua proclamava para ninguém em particular, “A Ilustre Cidade Turística da China”.

Era quase demais pra nós… mas descobriríamos que era só o topo do iceberg. Nada poderia ter nos preparado para a autêntica estranheza do distrito de Kangbashi.

Kangbashi New Area

A nova zona residencial de Kangbashi foi construída na margem norte do rio Wulan Mulun, onde sua planície espaçosa, monumentos inovadores e arranha-céus marcantes pareciam em tudo uma metrópole do século 21; ou pareceria, se tivesse alguém vivendo por lá.

“Eles virão”, nosso taxista insistia, passando pelo antigo coração de Ordos. “Você não acha que nossa cidade é linda? Você vai ver. As pessoas virão”.

Sua confiança era parafraseada por quase todos os locais com quem conversamos em nossa viagem; uma reafirmação cega de que essas belas construções não ficarão vazias para sempre. Era inconcebível que todo aquele trabalho duro tenha sido para nada.

Nós seguimos pela autoestrada, que liga Ordos a Kangbashi, antes de continuar a norderte em direção ao aeroporto em Dongsheng. No caminho, passamos pelo estádio novamente, menos dramático sob a luz do dia, atrás de uma floresta de poeira, torres inacabadas se espalhando pelos dois lados da rodovida. Guindastes permanecem de sentinelas sobre alguns desses canteiros de obras, muitos altos como quarenta, cinquenta andares acima do deserto. Em contraste, a rodovia em sia era suave e com boa manutenção; seus acostamentos e canteiros centrais decorados com arbustos bem regados e motivos artísticos de cavalos.

O táxi nos deixou no topo da praça Gengis Khan, de onde nós pudemos observar através de toda a desolação de Kangbashi. Em volta de nós se erguiam figuras de khans e seus conselheiros reais, de homens, mulheres e cavalos vestidos na tradicional elegância mongol.

Mais ou menos 180 metros para o sul, no coração de um pátio aberto e espaçoso, empinam-se dois cavalos colossais, no que talvez seja o mais icônico dos monumentos de Kangbashi. Além dos cavalos, esta vasta praça central dá em um parque, com areia empoeirada no lugar de grama e caminhos que se espalham na forma de raios de sol.

Edifícios residenciais e corporativos se erguem em todas as direões – um alinhamento de blocos e arranha-céus satisfatoriamente simétrico – enquanto antes disso, às margens, os mais notáveis trabalhos de arquitetura de Kangbashi acompanhavam os caminhos da praça Gengis Khan. Seguindo o lado direito, passando dos dois cavalos, está o Teatro Kangbashi: uma construção curiosa, com formatos supostamente baseados em enfeites de cabeça mongóis.

À nossa direita, o prédio da biblioteca parece um apinhado de livros, enquanto ao lado dele, o Museu de Ordos parece… bom, difícil dizer exatamente. Mad Architects , a empresa de nome tão adequado por trás do projeto, sugeriu que o design reflete “os cruzamentos encontrados pela comunidade ao redor, que está se esforçando para interpretar suas tradições locais ao recém-construído contexto urbano”.

Faça o que quiser com essa informação.

A praça à nossa volta não estava completamente vazia. Um homem observava seu filho, que soltava pipa ali perto, a rabiola reluzente bem acima das cabeças dos nobre khans. Havia bem pouco trânsito, ocasionalmente um carro ou bicicleta atravessava nosso caminho, nenhum deles parecendo ter muita pressa.

Um pequeno fluxo constante de pessoas entrava e saía do Museu de Ordos, observamos mais algumas perto dos cascos dos cavalos; conforme nos aproximávamos, notamos que usavam os monótonos uniformes dos varredores de rua. Com o passar do dia, perceberíamos que havia dez vezes mais pessoas as equipes de manutenção nas ruas de Kangbashi do que pedestres comuns.

Caminhando lentamente ao redor dos caminhos que cobriam o centro da cidade, nós passamos por pequenas caixas de som montadas em hastes, tocando música folclórica mongol para ninguém em particular. Descendo a praça, após os cavalos e o teatro, placas impressas anunciavam um café e decidimos dar uma olhada nele. Pegamos o elevador até o último andar, onde as portas se abriram revelando uma confusão de risadinhas de garotas em idade escolar paradas em linha para nos receber. Era bem parecido com o bordel que vimos na noite anterior, só que agora as garotas estavam completamente vestidas.

Uma onda de surpresa e curiosidade passou através delas quando dois esrangeiros saíram do elevador. Nós fomos levados até nossos lugares, próximos à janela, de onde podíamos ver toda a vasta extensão da praça Gengis Khan. Kangbashi, sem dúvidas, era a cidade mais estranha que eu já tinha visto.

Nós tomamos um café, depois uma cerveja, enquanto conversávamos excitadamente sobre as ruas vazias e os monumentos bizarros sob nós. Isso era tudo que tínhamos visto nas fotografias, uma metrópole surreal e desolada; a Mongólia antiga enlaçadas a cenas de um futuro distante, posicionado contra as areias turbilhantes do deserto de Mu Us. Até esse ponto, entretanto, nós só tínhamos visto a cidade das ruas, das estradas e dos caminhos de pedestres… era hora de ir mais fundo. Nós terminamos nossos drinques e saímos para a exploração de verdade.

Imagens: Darmon Richter

  • #arquitetura

Darmon Richter

Darmon Richter

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16 Cidades fantasmas assustadoras que existem pelo mundo afora

  • Por Simon Ferreira
  • em 30 de setembro de 2013, às 15:48h

Depois de conhecermos os 12 locais mais sombrios do planeta Terra e a maior Cidade Fantasma do mundo , chegou a hora de arrumar as malas para conhecermos as 16 cidades fantasmas mais assustadoras que existem ao redor do mundo. Buuuuuuuu!

Dá pra ficar um tempão visitando cada uma delas, o problema é que você talvez não encontre ninguém pra te guiar. Todas elas são cidades que por algum motivo, seja por motivos ambientais ou econômicos, perderam toda sua população e hoje são apenas uma coleção de destroços. Só não falei mais sobre elas porque não tive tempo. Se ficar curioso sobre alguma delas procure no Google. Confira!

1 – Pripyat, Ucrânia

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2 – San Zhi , Taiwan

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3 – Dallol, Etiópia

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4 – Nova Cidade de Kilamba, Angola

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5 – Kolmanskop, Namíbia

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6 – Taverga, Líbia

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7 – Pomona, Namíbia

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8 – Svalbard, Noruega

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9 – Charly-Oradour, França

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10 – Kayaks, Turquia

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11 – Village Pegrema, Karelia, Rússia

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12 – Tianducheng (réplica chinesa de Paris), China

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13 – Centralia, Pensilvânia, EUA

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14 – Plymouth, Montserrat

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15 – Bodie, Califórnia, EUA

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16 – Chaiten, Chile

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  • Postado em: -Listas , Curiosidades , Lugares

Simon Ferreira

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25 cidades fantasma impressionantes ao redor do mundo

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Ao redor do mundo há centenas de cidades abandonadas por inúmeras razões. Algumas foram devastadas por desastres naturais, outras não sobreviveram a alguma crise econômica, e ainda as que foram destruídas ou evacuadas por conta da guerra. Independentemente da causa, as cidades fantasmas despertam a nossa curiosidade por conta da sua história, de como foi erguida, do sentimento que aqueles moradores tiveram ao deixarem suas casas ou trabalho, e principalmente, o porquê foram esquecidas, e não reerguidas.

Conheça a seguir alguns desses locais e quais deles ainda podem ser visitados:

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K-Man’s Vanlife

Esta comuna italiana foi erguida em 1060 na encosta da montanha, e o motivo de seu abandono em 1963 nem foram as guerras sofridas pelo povo ao longo dos anos, nem o solo impróprio para o cultivo de alimentos, mas sim os deslizamentos constantes de terra. Atualmente o local serve como ponto turístico de excursões e locação para filmes.

2. Centralia

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A cidade de Centralia, na Pensilvânia (EUA) foi fundada em 1841 e tinha como principal foco da economia a indústria mineira. Em 1962, um incêndio de grandes proporções em uma antiga mina alastrou por todo o subsolo da cidade, liberando gases tóxicos altamente nocivos. Depois de muita negociação entre o governo e os moradores, Centralia foi sendo evacuada aos poucos, e inúmeras famílias foram realocadas em cidades vizinhas. Como o projeto para apagar este incêndio custaria milhões de dólares, o local continua pegando fogo debaixo da terra, e continuará assim pelos próximos 500 anos.

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Nate Robert

Situada na Ucrânia, Pripyat tornou-se a cidade fantasma mais popular do mundo, devastada pelo acidente nuclear de Chernobyl, em 1986. O local foi inaugurado em 1970 para abrigar os funcionários da usina, e foi evacuado às pressas durante o acidente, que contaminou com radiação uma área de 3 mil km². Estima-se que o local demore 900 anos para ser totalmente descontaminado e volte a ser habitável.

4. Famagusta

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Quando o norte do Chipre foi ocupado pelo exército turco em 1974, Famagusta deixou de ser um destino turístico popular, principalmente entre as celebridades. Isso porque a cidade foi totalmente evacuada, cercada e proibida de ser acessada por civis para se tornar a fundação da República Turca de Chipre do Norte, até hoje não reconhecida pela ONU. No episódio 5 da série documental “Turismo Macabro” , você acompanhará as diversas tentativas frustradas do jornalista David Farrier de adentrar este território proibido, atitude esta que quase custou a sua liberdade.

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Christian Fletcher

Em 1876, a exploração do ouro no condado de Mono, na Califórnia, estava a todo vapor, e Bodie foi fundada justamente para abrigar os garimpeiros e as suas famílias. Quando já não havia nada a ser encontrado por lá, em meados de 1943, o local foi abandonado. Atualmente algumas construções permanecem em pé, com decorações e objetos pessoais intactos, atraindo a atenção de cerca de 200 mil turistas curiosos por ano.

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Danial Ismail

Esta construção em Taipei, em Taiwan, começou a ser erguida em 1978, para servir como resort de luxo. Mas houveram tantos acidentes durante as obras, resultando nas mortes de diversos trabalhadores, que dois anos depois o projeto foi abandonado, e toda a arquitetura futurística do local ficou assim, abandonada.

7. Fordlândia

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Márcio Nagano

Em 1928, Henry Ford, o fundador de uma das fábricas de veículos mais famosas do mundo, decidiu colocar em prática um projeto bem arriscado: construir uma grande fábrica de borracha no meio da Amazônia (precisamente no Pará). Seringueiras foram plantadas, galpões foram erguidos para a linha de produção e diversas casas foram construídas para abrigar os funcionários. Mas tudo deu errado: o solo era infértil, pragas tomaram conta da plantação, gerentes tentaram implementar a cultura americana nos funcionários brasileiros, o que gerou uma briga homérica a ponto do exército brasileiro ter que intervir, e em 1945 a Fordlândia foi definitivamente abandonada, sem ter gerado o lucro que o empresário esperava.

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A Beautiful Mind Art

Hashima é uma ilha japonesa, descoberta em meados de 1887 com uma grande abundância de carvão. Quando o crescimento das indústrias no país tomou conta da economia, a Mitsubishi decidiu investir fervorosamente na exploração deste minério, e construiu uma grande cidade de concreto na ilha para abrigar os mineradores e suas famílias, com escolas, áreas de entretenimento, entre outras edificações. Mas tudo mudou na década de 1960: o carvão foi trocado pelo petróleo, minas foram fechadas, e como era inviável o sustento do local, Hashima foi evacuada e o último morador saiu de lá em 1974.

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Eliza Kobtseva

Agdam foi fundada no começo do século XIX, no Azerbaijão, e em seu auge no século seguinte, durante a era soviética, chegou a abrigar cerca de 160 mil pessoas. Mas por conta das constantes guerras na região e com o fim do comunismo, praticamente todos os habitantes foram embora, deixando a cidade assim: às traças.

10. Airão Velho

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Ayraotrastur

Pertinho do Rio Negro, no Amazonas, ficava a cidade de Airão, que era movimentada pela exploração do látex na região. Durante a Segunda Guerra, os aliados eram abastecidos pela nossa borracha, e depois deste período somente a Inglaterra comprava o material. Logo o país do Velho Continente deixou de ser um cliente assíduo e o sustento da cidade acabou, o que fez muitos moradores migrarem para Manaus (em 1985 já não havia ninguém por lá). Desde 2005, Airão Velho tornou-se um patrimônio nacional.

11. Kolmanskop

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Kolmanskop surgiu em 1908 para facilitar a exploração de diamantes no deserto da Namíbia. Os mineradores e suas famílias se instalaram por lá, e contavam com tudo o que uma cidade pequena precisava: lojas, escolas e até um cassino. Mas quando as pedras diminuíram na região, em meados de 1954, todas as 700 famílias foram embora, e a cidade foi toda tomada pela areia no decorrer dos anos.

12. Al-‘Ula

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Al-‘Ula foi a capital de um antigo reino chamado Lihyanitas, na Arábia Saudita, e possui uma importância histórica não só para o país, mas também para o mundo todo, já que foi um percurso de encruzilhadas de civilizações antigas. As fundações da cidade foram edificadas no século XIII e ocupadas até a década de 1980, quando todos os moradores migraram para a cidade vizinha recém construída. Hoje Al-‘Ula preserva inúmeros sítios arqueológicos, e o país firmou um acordo com a França para desenvolver um complexo turístico na região.

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Poucas coisas sobraram em Ani, uma extinta cidade medieval da Turquia, e entre as ruínas está a Igreja do Redentor, datada dos séculos X e XI. O edifício, que foi partido ao meio por um raio em 1930, faz parte do World Monuments Fund e é citada como “um exemplo particularmente notável das origens da arquitetura eclesiástica na Armênia”.

14. Kayaköy

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Kamp ve Gezi Rehberi

Kayaköy foi uma vila na Turquia habitada por gregos otomanos até 1921, e conta com construções datadas de diferentes épocas. Isso porque o local foi reconstruído diversas vezes depois de sofrer terremotos e incêndios, até o seu fatídico abandono. Esses edifícios seculares transformaram Kayaköy em uma cidade museu, sendo muito frequentada por turistas.

15. Balestrino

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Salvatore Vadacca

Balestrino, na verdade, é uma cidade italiana “meio” fantasma. Isso porque ela ainda é habitada por poucas pessoas, mas que migraram da “cidade velha” (da imagem) para locais mais seguros ali nas redondezas, em 1953. A área foi atingida por vários terremotos, causando uma instabilidade hidrogeológica no terreno. Pouco se sabe da história de Balestrino, mas dizem que ela foi fundada no século XII como propriedade da Abadia Beneditina de San Pietro dei Monti.

16. Ararapira

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Ararapira era uma vila no litoral paranaense e foi uma das primeiras habitadas do país, fundada pela coroa portuguesa. O local servia de entreposto comercial para as embarcações que por ali transitavam, mas quando o Canal do Varadouro e outras vias foram construídas, em 1952, a cidade entrou em decadência, os moradores migraram para outras regiões mais prósperas do entorno, e em 1999, foi tombada como Patrimônio Natural da Humanidade.

17. Polyana

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Polyana foi uma cidade muito próspera em Abecásia, habitada por cerca de 15 mil pessoas, e a principal fonte de renda era a exploração mineira. Mas com o grande conflito desta república autônoma travada contra a Geórgia, iniciada 1989, a população diminuiu drasticamente, contabilizando cerca de 200 moradores no máximo. Hoje ela está abandonada, assim como diversas outras cidades da região.

18. San Juan Parangaricutiro

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Jadalberto69

Em 1944, o vulcão Parícutin entrou em erupção, cobrindo centenas de casas em San Juan Parangaricutiro de cinzas e lava. Somente as estruturas mais altas desta cidade mexicana ficaram visíveis, o restante foi calcificado com o passar do tempo. Na época, um verdadeiro êxodo foi promovido, e os moradores que abandonaram suas casas para fugir da catástrofe fundaram há quilômetros dali uma nova cidade: a Nuevo San Juan Parangaricutiro. O governo de Michoacán, uma das cidades vizinhas, passou a investir na adequação da cidade fantasma para se tornar um ponto turístico, que pode ser acessado através de passeios a cavalo.

19. Fortaleza de Shali

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Jaime Davila

A Fortaleza de Shali foi erguida no Oásis de Siuá no século XIII, e toda sua estrutura foi feita com tijolos. Este era um dos lugares mais impenetráveis no Egito, até que uma chuva forte que durou vários dias destruiu o local. Os moradores abandonaram suas casas e foram viver nas vilas adjacentes.

20. Usina Tkvarcheli

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Architectonic Travels

Outra consequência da guerra entre Abecásia e Geórgia foi o abandono da Usina Tkvarcheli, na cidade homônima. O local foi sitiado durante todo o conflito, forçando a desativação da usina. Como a construção continuou sem uso até então, a vegetação do entorno invadiu todo o prédio.

21. Tyneham

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Leane Phillips

Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo inglês expropriou Tyneham, uma vila de pescadores em Dorset, e 225 moradores foram realocados para que suas moradias servissem como local de treinamento de artilharia. Até hoje ela é uma área militar fechada de Lulworth, aberta para visitação pública esporadicamente. O visitante encontrará algumas casas em ruínas, uma capela, entre outras construções de pedra, mas é preciso ter cautela ao caminhar por ali: algumas minas permanecem enterradas, e é extremamente proibido andar fora das trilhas limitadas.

22. Pyramiden

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Roberto Gabriele

No arquipélago de Svaldbard (Noruega) está Pyramiden, uma colônia fundada por suecos no começo do século XX, e vendida para uma estatal soviética para a exploração de carvão. Ela foi abandonada em 1998 depois que a mina local foi desativada, e desde então transformou-se em uma cidade fantasma, ainda com vestígios do que já foi no passado. O local recebe visitas de turistas através de tours guiadas em inglês.

23. Oradour-sur-Glane

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Martin Templeman

Oradour-sur-Glane é mais uma lembrança trágica do terror causado pela Segunda Guerra Mundial. Esta vila francesa foi invadida e destruída pelo exército alemão em junho de 1944, que prendeu, torturou e queimou 190 homens, 247 mulheres e 205 crianças. Com o fim da guerra, Charles de Gaulle ordenou que o local fosse transformado em um memorial.

24. Döllersheim

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Este vilarejo com mais de 900 anos foi alvo das guerras hussitas em 1427 e da Batalha da Montanha Branca, mas a que mais marcou, sem dúvidas, foi a Segunda Guerra Mundial. Em 1938, Adolph Hitler ocupou centenas de pequenas cidades austríacas para instalar suas bases de treinamento militar. O comandante nazista até ignorou que a sua própria avó estava enterrada no local. Hoje, Döllersheim pertence às Forças Armadas da Áustria.

25. Pegrema

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De frente para o Lago Onega está a esquecida Pegrema, uma aldeia localizada na República da Carélia, abandonada durante a Revolução Russa no começo do século passado. O local abriga casas de madeira sendo tomadas pelo tempo, mas o mais curioso é que a igreja, construída com o mesmo material em 1770, ainda permanece intacta.

Estas cidades fantasma são fascinantes por despertarem a nossa curiosidade em desvendar toda a história que antecede o abandono, não acha?

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10 cidades-fantasma ao redor do mundo

Publicado por Marcelo Duarte | 18 ago, 2013 | História | 14

DETROIT

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14 Comentários

Nádia Araújo

Fordlândia, que cidade linda, infelizmente foi abandonada, mas é muito bonita.Assim imagino que aconteceu com as demais, porque são lindas as fotos.

Alessandro

A cidade do acidente nuclear em questão se chama Pripyat, e não Pryipat, como escrito no texto. E a usina de Chernobyl fica há cerca de 4 km do centro da cidade, o que pode ser observado na foto postada, com a torre aparecendo ao fundo. No mais, excelente texto!

Daniel

Adorei saber dessas cidades, quero muito conhecer a cidade de centralia já joguei o jogo e vi os filmes achei muito interessante e também gostei de saber mais sobre chernobyl.

Sanderson

Huberstone = Favela Cidade de Deus

mariaeduarda

Kolmanskop e a mais cinistra dinerente das outras cidades

daniel dias pereira

moro na vila-americana em fordlandia,e o que tenho visto por aqui e muita gente viva ,e nao fantasmas.olhe bem o significado da palavra (fantasma)no dicionario da lingua portuguesa.

Bruno

só faltou chernobyl como poderiam esquecer

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  • Arizona Desertos, cacti, cidades fantasmas e formações rochosas caracterizam o estado norte americano do Arizona. Famoso por abrigar boa parte do Grand Canyon, o Arizona vai muito além. Ideal para se visitar com calma, e de carro, o estado conta com várias atrações que parecem saídas Marte, como o imponente Vale dos Monumentos, cenário de diversos filmes antigos de faroeste, e o Cânion do Antílope, um túnel formado nas rochas ao longo de milhares de anos. A abundância de paisagens naturais atrai os amantes das trilhas e do camping, mas o Arizona tem destinos para diferentes gostos. Os vórtices da mística Sedona atraem aqueles que buscam se energizar e estar em contato com a Natureza, seja em charmosas pousadas ou luxuosos hotéis 5 estrelas.  Com um clima predominantemente seco e temperaturas amenas ao longo do ano, o Arizona pode ser um destino em qualquer estação do ano, salvo no pico do inverno (entre meados de outubro e fevereiro), quando uma parte do acesso ao Grand Canyon fica fechada. Nós fomos em outubro, quando já estava friozinho, e achamos ideal. Os preços estavam mais baixos por ser baixa temporada, e o calor não maltratava durante o dia para fazer as trilhas em…
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Cidades incríveis – Ordos, a cidade fantasma da Mongólia

Atualizado em: 23 Jul, 2020

Este é o último post da série “Cidades incríveis” , em que falamos sobre 10 cidades que não costumam estar na rota dos turistas em geral, mas que merecem a sua visita por ter algum elemento que a torna extremamente especial!

Para fechar a série com chave de ouro, a Cidade Incrível de hoje tem uma história super interessante, ainda que possa não despertar em todo mundo uma vontade de visitá-la… entenda o porquê:

Localizada no interior da Mongólia, na China , em uma região rica pela mineração de carvão, está Ordos, a cidade planejada que não deu certo, e hoje é considerada a maior cidade fantasma do mundo.

Ao contrário do que o título “cidade fantasma” possa sugerir, Ordos não está completamente abandonada. Ordos é uma região metropolitana povoada por mais de um milhão de habitantes. No entanto, no início dos anos 2000, um grupo de empresários do setor imobiliário começou a investir em um “bairro” que deveria ser a “nova Ordos” e esperava-se que em 2010 mais de um milhão de pessoas estariam vivendo nessa nova cidade planejada, tecnológica e megalomaníaca, chamada Distrito de Kangbashi.

Escultura gigante e sozinha (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Escultura gigante e sozinha (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

O que deu errado foi uma combinação de fatores: os custos de construir a cidade ficaram altos demais e alguns prédios não foram finalizados, com isso os apartamentos ficaram mais caros e não atrativos para a população, a falta de interesse e de vendas fez com que investidores tirassem o dinheiro de lá… e nesse ciclo vicioso a cidade acabou se transformando em um gigante canteiro de obras, com algumas construções enormes completamente vazias. Uma cidade preparada para receber 1 milhão de habitantes abriga hoje apenas cerca de 20 mil habitantes que de fato vivem por ali. 

Avenidas enormes, sem nenhum carro (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Avenidas enormes, sem nenhum carro (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Complexos habitacionais, sem ninguem vivendo neles (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Complexos habitacionais, sem ninguem vivendo neles (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Segundo relatos de quem já visitou, andar pela cidade é ASSUSTADOR . A começar pelo aeroporto gigante e hiper tecnológico, porém completamente vazio e fora de uso. Avenidas gigantes com 7 ou 8 faixas, com no máximo 10 carros passando… Sem contar as praças e esculturas gigantes, completamente abandonadas. Um amigo comentou que parece que vocês está naquele filme “o dia depois de amanhã” pois a cidade está de pé, mas completamente erma.

A gigante biblioteca pública (eu me pergunto se há mesmo livros, já que não tem ninguém para lê-los) (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

A gigante biblioteca pública (eu me pergunto se há mesmo livros, já que não tem ninguém para lê-los) (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Dá um certo medo esses condomínios lindos sem ninguém ali (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Dá um certo medo esses condomínios lindos sem ninguém ali (foto: Michael Christopher Brown para Time Magazine)

... (foto:Michael Christopher Brown para Time Magazine)

… (foto:Michael Christopher Brown para Time Magazine)

Ordos definitivamente não é  um bom destino de viagens para quem quer ver gente e agito 😳 , mas achamos que sempre vale a pena aprender mais sobre lugares distantes ainda que dificilmente iremos visitá-los.

Esse é o último post da série “cidades incríveis”. Terminamos na esperança de ter feito com que vocês, mesmo que por alguns minutos, viajassem um pouquinho para esses lugares menos conhecidos, e descobrissem ainda mais os tantos segredos de viagem que esse nosso mundo guarda!

E aí, gostou de conhecer essa cidade incrível?

Conheça as nove cidades anteriores aqui.

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Serra Pelada no Brasil parece ter se transmutado numa pequena, remota e ignota cidade cênica de filme faroeste. Outras são historicamente megas, como esta Ordos. Estas histórias são instigantes. Mas vamos a uma simples naquele país. A cidadezinha de Choir a 200 km ao sul da capital vende uma imagem bucólica ainda que pobre, mas parece altiva por conta de estudantes uniformizados na rua e construções simples, mas esparsas e desenclausuradas de cercas ou muros que as confinam…:)

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  • Cidades-fantasmas pelo mundo atiçam a curiosidade de turistas; conheça 5 delas

Cidades despovoadas, abandonadas ou desertas: não importa o porquê elas ficaram vazias, sempre chamam a atenção daqueles que amam uma boa história de suspense e terror

  • Destinos Internacionais

Mariana Quadros

Mariana Quadros

mquadros@adverge.com.br

Prédios abandonados, ruas esvaziadas e objetos enferrujados, marcam as cidades-fantasmas pelo mundo. Elas são verdadeiras inspirações para a ficção, documentários, livros, negócios milionários de agências de turismo ou, até mesmo, como monumentos históricos.

Abandonadas por declínio de empresas, pela invasão de povos, acidentes como explosões, por conta do tempo e clima, estas cidades marcam épocas e acontecimentos históricos. Algumas estão abertas para visitação e outras totalmente isoladas.

O iG Turismo selecionou cinco cidades-fantasmas espalhadas por diversos países para quem tem curiosidade de saber onde estão, como foi a vida de seus moradores ou até visitar esses locais.

Fordlândia Pará/ Brasil

Fordlância

Fordlândia é o distrito e área adjacente de 14 568 km², no município de Aveiro, no estado do Pará, às margens do Rio Tapajós, na Amazônia. Recebeu este nome por ter sido no passado uma cidade operária do projeto agroindustria. Foi adquirida, em 1927, pelo empresário norte-americano Henry Ford, por meio da companhia Ford Industrial do Brasil. 

A  intenção da compra da área era para abastecer sua empresa de látex, material necessário para a confecção de pneus para seus automóveis, mas que na época da colônia britânica era dependente da borracha produzida na Malásia. No entanto, a terra infértil e pedregosa, assim como as novas tecnologias de fabricação de pneus tornaram o empreendimento um total desastre, formando esta cidade fantasma. 

Atualmente, a selva amazônica basicamente já engoliu consideravelmente a cidade, as enchentes devastaram o cemitério, deixando para trás um pilha de cruzes de concreto. As 100 camas de hospital projetadas pelo aclamado arquiteto de Detroit, Albert Kahn, foram destruídas por saqueadores.

Pripyat, Ucrânia

Pripyat Ucrânia

Pripyat é uma cidade-fantasma no norte da Ucrânia, perto da fronteira com a Bielorrússia. Próximo à cidade fica a Usina Nuclear de Chernobil, lugar onde ocorreu um dos maiores acidentes nucleares da história, em abril de 1986. Foi fundada em 4 de fevereiro de 1970 com objetivo de abrigar os trabalhadores da Usina Nuclear de Chernobil, porém foi abandonada em 1986, após o acidente.

A cidade ainda abriga objetos pessoais como brinquedos, discos, roupas nos edifícios de antes do abandono da cidade. A estadia em si e os arredores não são seguros como lugar de habitação, visto que os cientistas supõem que os elementos radioativos mais perigosos precisarão de 900 anos para atingir níveis que permitam ao ser humano voltar a habitar a zona.

Varosha, Chipre

Varosha é um bairro abandonado do sul da cidade cipriota de Famagusta, no Oriente Médio. Famagusta sempre foi conhecida como um grande destino turístico em Chipre. Para atender ao crescente número de turistas foram construídos muitos arranha-céus e hotéis. Varosha tinha uma população de 39 mil habitantes. 

No entanto, após a invasão de Chipre em 20 de julho de 1974, pelo exército turco, toda a população fugiu, temendo um massacre. A evacuação foi auxiliada e orquestrada pela base militar britânica nas proximidades. Desde então, a cidade permanece abandonada. Os edifícios deterioraram-se e, em alguns casos, seu conteúdo foi saqueado ao longo dos anos; algumas ruas foram cobertas de vegetação; e o bairro é geralmente descrito como uma cidade-fantasma. A entrada é proibida ao público.

Kolmanskop, Namíbia

Kolmanskop Namíbia

Kolmanskop (em Alemão: kolmannskuppe) é uma cidade-fantasma no deserto da Namíbia, construída em 1908, cerca de 10 km a leste da cidade portuária de Lüderitz. A cidade foi habitada por alemães, construída para a busca e exploração de diamantes, mas foi abandonada em 1954 por conta do esgotamento desses minérios.

A  cidade abrigava cerca de 300 adultos alemães, 40 crianças e 800 trabalhadores nativos em 1920. Desta forma, Kolmanskop logo se desenvolveu, tornando-se um pequeno centro para fornecer abrigo contra o ambiente hostil do deserto aos trabalhadores. Grandes e elegantes casarões foram construídos deixando o vilarejo com ares de cidade alemã, com uma impressionante variedade de serviços, incluindo um hospital, um salão de festas, uma central elétrica, uma escola, entre outros.

Quase quarenta anos após sua fundação, depósitos mais rendáveis de diamantes foram descobertos mais ao sul e as operações foram movidas para Oranjemund. Por conta disso, aos poucos a cidade foi sendo abandonada. 

Por estar dentro de um deserto, com o passar dos anos a areia começou a invadir o lugar. Em 1980, a empresa de mineração De Beers restaurou vários edifícios e fundou um museu no local, que agora se tornou atração turística.

Bodie, Estados Unidos

Bodie Estados Unidos

Bodie é uma cidade fantasma, localizada no estado norte-americano da Califórnia, no condado de Mono. É considerada uma referência histórica nacional e importante local turístico da região de Serra Nevada. 

O oeste dos Estados Unidos é conhecido por ter cerca de 6 mil cidades-fantasmas, construídas para a “corrida do ouro” ou de metais preciosos, como a prata e depois abandonadas, também rapidamente, quando o precioso metal terminou. Bodie é uma dessas e é uma das únicas que mesmo tendo sido construídas por madeiras, sobreviveram aos incêndios, as mudanças de clima e ao vandalismo. 

Atualmente é um lugar turístico que conserva decoração e objetos pessoais por um século e dão a impressão que os habitantes fugiram precipitadamente das próprias casas.

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a maior cidade fantasma do mundo

A mais famosa cidade fantasma do mundo!

Pripyat é uma cidade fantasma localizada a aproximadamente 3 quilômetros da central nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. A cidade era habitada por cerca de 50.000 pessoas antes do desastre nuclear de Chernobyl em 1986, e foi evacuada em cerca de duas horas depois do evento.

A área foi deixada intocada desde então, e tem sido foco de atenção mundial pela sua assombrosa paisagem urbana que lembra o quão mortal o desastre foi. A cidade inteira é agora uma ruína, com carros, brinquedos e carrinhos de bebê ao lado de edifícios com janelas e portas quebradas que evidenciam a rapidez com que os habitantes foram obrigados a deixar tudo para trás.

É possível visitar a cidade fantasma Pripyat?

Cidade fantasma / Feito Curioso

Foto: Reprodução

Sim, mas os visitantes são obrigados a usar roupas especiais de proteção que diminuem a exposição aos níveis de radiação típicos da região.

Apesar do risco à saúde das pessoas e dos turistas que por vezes visitam a área, Pripyat tem um certo charme sombrio que atrai pessoas de todo o mundo .

Para além da paisagem urbana, Pripyat é considerada um tesouro da arquitetura soviética. A cidade foi modelada após a ideologia comunal soviética, com largas avenidas, edifícios de vários andares, espaços públicos amplos, um centro com teatro, sala de concertos, centro de lazer, piscina pública e muito mais. Era moderna, espaçosa e aspiracional para estilo de vida soviético. O local transcende o valor histórico e de arquitetura, levando-nos, dentro do patrimônio histórico, a uma reflexão crítica sobre rupturas, omissões e tensões históricas.

G1 - Em imagens: Conheça Pripyat, a cidade fantasma - notícias em Mundo

Para quem deseja ver mais sobre a cidade de Pripyat sem sair de casa, a arte e fotografia podem ajudar muito. Aqui estão vídeos essa paisagem e fotografias curiosas de Pripyat que mostram como a natureza está lentamente tomando conta da área, várias décadas depois do acidente.

Em geral, Pripyat é um assunto fascinante e sombrio, que atrai o interesse natural tanto para turistas quanto para estudiosos da cultura e arquitetura soviética .

  • cidade fantasma

a maior cidade fantasma do mundo

Conhecimento e inspiração na ponta dos seus dedos

Descubra a maior cidade fantasma do mundo

Nas entranhas de nossa vasta história, existe um enigma oculto que desperta a curiosidade dos aventureiros e aficionados por mistérios: a busca pela maior cidade fantasma do mundo. 

Um verdadeiro portal para o passado, esse enigma nos transporta para um cenário desolado, onde construções grandiosas e testemunhos silenciosos narram histórias que foram submergidas pelo tempo. 

Neste artigo, embarcaremos em uma jornada fascinante de descoberta, explorando os vestígios dessa metrópole abandonada.

Explorando os segredos da maior cidade fantasma: Um mergulho na história perdida

Adentrar os recantos sombrios da maior cidade fantasma é como embarcar em uma viagem através dos séculos, desvendando os segredos sussurrados por suas ruínas. Cada esquina desmoronada conta uma história silenciosa, revelando indícios de uma vida que um dia pulou intensamente. 

Ao percorrer suas avenidas abandonadas, é impossível não se questionar sobre as pessoas que ali viveram. Do mesmo modo, os sonhos que cultivaram e os eventos que moldaram seu destino. 

Essa imersão na história perdida é uma oportunidade única de desvendar os mistérios e compreender as razões que levaram essa metrópole a se transformar em um vasto espectro do passado. 

À medida que exploramos suas ruínas majestosas e ruas agora desertas, somos transportados para uma época em que essa cidade pulsava com energia e vida. Isto é, mergulhando em uma narrativa entrelaçada entre o esplendor e a decadência.

Descobrindo a atmosfera misteriosa da maior cidade fantasma do mundo

Ao adentrar os limites da maior cidade fantasma do mundo, uma atmosfera misteriosa e envolvente toma conta do ambiente. O ar denso e impregnado de silêncio parece sussurrar segredos há muito esquecidos. 

Cada passo dado entre as construções abandonadas desperta uma sensação de nostalgia e fascínio. As ruas desertas, agora tomadas pelo tempo e pela natureza, exalam uma melancolia que arrepia a espinha. É como se os espíritos do passado pairassem no ar, deixando um rastro de mistério e intriga. 

a maior cidade fantasma do mundo

Enquanto exploramos os edifícios decadentes e as praças vazias, somos envolvidos por uma aura de enigma, alimentando nossa curiosidade e despertando questionamentos sobre o que realmente aconteceu nesse lugar outrora pulsante de vida. 

É uma jornada para os corajosos, que desejam desvendar os segredos guardados por essa atmosfera misteriosa e imersiva, onde o passado parece entrelaçado com o presente em um dançar incessante de sombras e memórias.

Os destinos imperdíveis para os amantes de cidades fantasmas ao redor do globo

Para os amantes de cidades fantasmas, o mundo oferece uma variedade de destinos imperdíveis, repletos de histórias intrigantes e paisagens desoladas. Das areias do deserto aos confins de florestas densas, esses lugares esquecidos são verdadeiros tesouros para os aventureiros curiosos. 

a maior cidade fantasma do mundo

Em solo americano, podemos explorar a cidade fantasma de Bodie, na Califórnia, com suas construções preservadas que remetem à era da corrida do ouro. Já na Europa, a cidade fantasma de Pripyat, na Ucrânia, é uma janela para o passado sombrio de Chernobyl. Por causa de suas ruas vazias e prédios abandonados, testemunhas do desastre nuclear. 

Além disso, no extremo oriente, a cidade fantasma de Hashima, no Japão, uma antiga comunidade mineradora, oferece um cenário surreal de edifícios decrépitos emergindo do oceano. 

Cada um desses destinos carrega consigo uma atmosfera única e histórias cativantes, despertando nossa imaginação e nos transportando para um mundo onde o tempo parece ter parado.

A maior cidade fantasma do mundo: Ruínas imponentes e histórias esquecidas

As ruínas imponentes da maior cidade fantasma do mundo contam uma história silenciada pelo tempo, repleta de mistério e fascínio. 

À medida que exploramos os escombros e os vestígios de uma vida que já foi, nos deparamos com a grandiosidade de estruturas arquitetônicas que outrora dominaram o horizonte. 

a maior cidade fantasma do mundo

Os restos de prédios majestosos e monumentos desgastados revelam a grandeza perdida de uma metrópole que testemunhou dias de glória. Entre os escombros, abrem-se janelas para o passado, revelando narrativas esquecidas e personagens anônimos que um dia ocuparam esses espaços. 

A cada passo, somos envolvidos por um sentimento de reverência diante da imponência das ruínas, enquanto somos convidados a decifrar as histórias ocultas por trás dessas paredes desmoronadas. 

As ruínas imponentes são um lembrete poderoso da fragilidade da existência humana e da impermanência das conquistas humanas. Essa cidade fantasma nos leva a uma jornada de reflexão e descoberta. Ou seja, onde podemos resgatar as histórias esquecidas e capturar um vislumbre fugaz de um passado perdido.

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Gabrielle Lima

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Conheça as cidades fantasmas pelo mundo, para compartilhar:.

Cenário de abandono em Detroit (EUA): a capital da indústria automobilística luta para sobreviver (Foto: iStockphoto)

Ana Carolina Nunes i Ana Carolina Nunes https://revistaplaneta.com.br/autor/ana-carolina-nunes/

07/02/2020 - 17:00

O futuro é urbano. Segundo uma projeção da ONU, até 2050, dois terços da população mundial viverão nas cidades. No Brasil, esse índice deve atingir 90% já na próxima década. Enquanto muitas cidades incham, pequenos centros urbanos e povoações rurais veem sua população cair a zero, ou quase isso.

+ Falar palavrões ajuda na hora de fazer exercício + Vírus Zika pode auxiliar combate a tumor cerebral + Elefantes têm relações únicas com seus mortos – inclusive os estranhos

O fenômeno não atinge apenas povoados. A americana Detroit, berço da General Motors, hoje é o retrato mais famoso da decadência de uma cidade. No auge da indústria automobilística, ali moravam 2 milhões de pessoas. Atualmente, apenas 700 mil habitantes resistem lá em meio à penúria econômica, que derruba o mercado imobiliário e infla as taxas de violência. A vizinha Flint passou pelo mesmo drama ao ver sua população diminuir mais de 65%.

As mudanças causadas pelo encolhimento representam não só um desafio econômico (reduzem a arrecadação de impostos e os repasses federais), mas um problema social. “Não é só a perda econômica, há uma perda moral”, explica o urbanista Nestor Razente, professor da Universidade Estadual de Londrina. “Ao ver notícias sobre o tema, os próprios empresários deixam de investir naquele local. Cria-se um estado de ânimo geral coletivo de abatimento, especialmente para os jovens, que precisam de uma expectativa.”

Estudioso de casos de cidades fantasmas no mundo, Razente acaba de lançar o livro Povoações Abandonadas no Brasil (Editora Eduel), no qual conta a história de nove centros urbanos brasileiros que desapareceram. “A academia ainda tenta entender o fenômeno das cidades fantasmas; no Brasil há pouca literatura sobre o tema”, afirma.

Fordlândia, no Pará, um dos casos brasileiros relatados no livro, já foi símbolo do poder da indústria e do crescimento que ela impulsiona. O empresário americano Henry Ford pensou no local como um polo agroindustrial de exploração de látex para a produção de borracha destinada aos pneus. Erros crassos de projeto levaram ao fracasso da ideia e o local hoje acumula ruínas e história. Só restou o nome famoso, do qual a vizinha Aveiro se apropriou.

Casos como os de Fordlândia, Detroit e outras cidades afetadas pelo declínio econômico podem deflagrar a reavaliação do urbanismo hoje. Estudiosos do tema habi­tuaram-se a pensar as cidades ape­nas crescendo e nunca encolhendo, e o fenômeno talvez leve a academia e os governos a rever padrões de infraestrutura urbana e ações de políticas públicas.

Fenômeno antigo

Nem sempre a economia explica o declínio populacional. Esse encolhimento e desaparecimento de cidades existe há muito tempo, em especial na Europa. A peste negra no século 14, por exemplo, não só matou um terço da população do Velho Continente, mas levou outros milhares a migrar. As muitas guerras também ora mataram, ora forçaram populações a mudar-se.

Até o fim de conflitos foi fator motivador. Logo após a dissolução da União Soviética e a queda do Muro de Berlim, houve uma corrida de habitantes do leste europeu e da Alemanha Oriental para áreas­ então do lado ocidental, até mesmo por conta de uma curiosidade represada. Partes da Polônia e o sul da Bósnia são as áreas mais emblemáticas disso.­ Os maiores exemplos europeus da tendência de encolhimento urbano atualmente são aldeias portuguesas, pueblos espanhóis e vilarejos italianos.

Em Portugal, a explosão do turismo no Algarve (sul do país) e a eliminação de barreiras no continente com a consolidação da União Europeia atraíram boa parte dos jovens do norte do país. Os mais velhos ficam, mas por tempo limitado. Na Espanha, calcula-se que, desde o pós-guerra, cerca de 3.500 povoados foram abandonados. É um processo de décadas, iniciado com a fuga das áreas rurais para zonas urbanas e reforçado por outros fatores ao longo dos anos.

Assim como em Portugal, os vilarejos espanhóis perderam seus jovens para regiões mais atrativas econômica e socialmente. A venda desses povoados virou negócio, com anúncios nos classificados de jornal que vão de casas a vilas inteiras. As ofertas começam em € 1. Os governos regionais estão criando programas para manter essas localidades, com a promoção do comércio entre elas, numa tentativa de preservar aqueles que ficaram.

Uma área no centro-leste da Espanha foi apelidada de “Lapônia do sul” por conta de sua baixa densidade demográfica: menos de oito habitantes por quilômetro quadrado. A taxa de envelhecimento local é uma das mais altas da Europa, com 32% da população com mais de 65 anos e 7% com menos de 15, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). O quadro levou à criação do projeto Serranía Celtibérica, para pressionar por mais políticas públicas para a região e incentivar a população a ficar ou atrair pessoas de fora para lá.

A causa desse “desmanche” não pode ser vista apenas como demográfica (apesar da redução dos núcleos familiares), mas de planejamento, uma vez que se avalia que faltam perspectivas para os jovens que ficam. Já na Itália, um projeto incentiva a ida de refugiados que chegam ao litoral sul do país como uma tentativa de repovoar as vilas. Mas a estratégia pode ter efeito temporário, já que os refugiados tendem a voltar a seus países quando – e se – o cenário melhorar.

Fascínio da destruição

Até meados dos anos 1980, Epecuén, ao sul de Buenos Aires, era um próspero balneário às margens de um lago de águas salgadas com propriedades terapêuticas. Em 1985, após um raro fenômeno climático, o lago transbordou e inundou toda a cidade. Por ironia do destino, Epecuén voltou a ser destino turístico justamente pelo cenário de destruição que surgiu após a água retroceder, em 2009.

As construções corroídas pelo sal e pela água são a atração agora. O mesmo se passa em Airão Velho (AM) ou Biribiri (MG), cuja principal atração turística hoje é a mata crescendo em meio às ruínas da cidadezinha. “As ruínas estão lá, como testemunha e fragmentos do passado; não têm um significado histórico, ou um marco, mas as pessoas vão para ver isso”, relata Nestor Razente.

O turismo, aliás, pode ser uma salvação para as cidades fantasmas. Muitos dos pueblos espanhóis têm visto a vida voltar por meio de spas, estâncias naturais ou passeios rurais que agora ocupam a agora reformada estrutura do local. Kayakoy, na Turquia, viu suas ruínas serem ocupadas por endinheirados ingleses e hoje é um concorrido destino turístico.

O interessado em comprar imóveis nos pueblos espanhóis deve ficar atento, alerta Razente. As ofertas podem ser atrativas, mas há vários outros investimentos necessários antes de fazer a mudança. “A burocracia é enorme. Tem de passar por autoridades de conservação histórica, tem a mão de obra para recuperar as construções.

Você paga € 50 mil, mas, no final, o custo total pode ser dez vezes maior.” Há esperança para as cidades que estão minguando? Para Razente, a resposta só virá mesmo com o tempo. “Alguns pesquisadores acham que isso é um ciclo longo que vai se reverter, mas qual a longevidade desse ciclo? Outros, como os franceses, acham que é um processo natural e resta apenas aceitar”, afirma.

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Qual a maior cidade fantasma do Mundo?

Cidade Fantasma

A maior cidade fantasma do mundo é conhecida como Ordos, localizada na China. Com uma população de mais de um milhão de pessoas, a cidade foi construída para acomodar a crescente classe média chinesa. No entanto, hoje em dia, a cidade é um símbolo da construção excessiva e do desperdício de dinheiro na China.

A cidade de Ordos foi fundada em Fevereiro de 2001 como parte de um projecto ambicioso para construir uma série de cidades satélites em toda a China. A cidade foi planeada para abrigar uma população de mais de um milhão de pessoas e contava com uma variedade de edifícios modernos e impressionantes, incluindo arranha-céus, casas e espaços comerciais. O governo chinês esperava que a cidade se tornasse um centro económico importante e um símbolo da modernidade chinesa.

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No entanto, logo após a conclusão da cidade, tornou-se evidente que havia um grande problema: não havia pessoas suficientes para morar lá. A maioria dos edifícios permaneceu vazia, tornando a cidade fantasma. Muitos dos edifícios nunca foram ocupados e muitos foram abandonados pelos investidores.

A razão pela qual a cidade nunca foi habitada é complicada. Há várias teorias sobre o que aconteceu de errado. Uma teoria é que o governo chinês sobrestimou a quantidade de pessoas que se mudariam para a cidade. Eles esperavam que a classe média chinesa em rápido crescimento fosse suficiente para preencher as casas. No entanto, quando as casas foram colocadas à venda, elas eram caras demais para a maioria das pessoas. Outra teoria é que a localização da cidade foi um erro. A cidade foi construída num local remoto, o que dificulta o acesso a outras cidades e a oportunidades de trabalho.

Ordos, a maior cidade fantasma do mundo, simboliza o excesso e o desperdício de dinheiro na China.

Outra possível razão para o fracasso da cidade é o sistema económico chinês. Na China, muitas empresas estatais recebem financiamento do governo, mas são obrigadas a gastar esse dinheiro em grandes projectos de construção, independentemente de haver ou não procura por eles. Isso significa que as empresas não têm incentivo para avaliar se um projecto é viável antes de gastar o dinheiro nele. Como resultado, muitos projectos de construção na China são inúteis e acabam abandonados.

Hoje, a cidade de Ordos é um símbolo do excesso e do desperdício de dinheiro na China . A cidade ainda está em grande parte vazia, com muitos edifícios completamente abandonados. No entanto, alguns investidores estão a começar a ver a cidade como uma oportunidade. Por exemplo, a empresa de energia chinesa Datang Group construiu um enorme parque eólico na cidade e usou as estradas e infraestrutura existentes para transportar equipamentos pesados. Outros investidores também estão a procurar oportunidades na cidade, como investimentos em mineração ou turismo.

Em resumo, a cidade de Ordos é a maior cidade fantasma do mundo, construída com a esperança de se tornar um centro económico importante, mas acabou por ser uma lembrança do desperdício de dinheiro e do excesso na China.

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Cidades Fantasmas ao redor do mundo

a maior cidade fantasma do mundo

  • Escrito por Vanessa Quirk | Traduzido por Fernanda Britto
  • Publicado em 15 de Fevereiro de 2013

Este post foi feito por Cian O’ Driscoll, escritor do blog de lifestyle Raconteur Living , o qual explora arquitetura e cultura popular. Cian é atualmente mestrando de Ciência em Arquitetura no Cork Institute of Technology, Irlanda.

Cidades abandonadas são uma consequência infeliz da vida e do crescimento em nosso planeta. As razões para o abandono de uma cidade são tão variadas quanto as pessoas que habitaram seus edifícios e caminharam em suas ruas. Muitas dessas cidades são esquecidas e simplesmente alinham as páginas da história. Algumas são exemplos de mau planejamento urbano, algumas, o resultado do esgotamento dos recursos naturais, enquanto outras são lembranças tristes da fragilidade da vida em um mundo nuclear.

Abaixo estão algumas imagens impressionantes de cidades fantasmas por todo o mundo. Muitas dessas foram abandonadas durante décadas, no entanto, devido ao rápido crescimento e expansão, particularmente na China, estamos agora em uma era de cidades abandonadas "modernas".

Leia as histórias por trás destas cidades fantasmas modernas, a seguir...

Ilha de Hashima, Japão

Uma pequena rocha de 15 acres projetada a partir do oceano ao largo da costa de Nagasaki, Japão - conhecida como Hashima Island - já foi um centro de mineração de carvão que prosperou por quase um século. A ilha fica no topo de um depósito de carvão que desce fundo no oceano abaixo. Em 1890, o carvão foi aproveitado pela Corporação Mitsubishi do Japão, que por sua vez comprou Hashima das famílias locais que a possuíam, período no qual o auge da cidade se iniciou. Em vez de transportar os trabalhadores necessários para explorar os depósitos de carvão, a Mitsubishi construiu uma cidade para os seus trabalhadores na ilha. No seu auge, em 1959, a Ilha de Hashima foi a cidade mais densamente povoada da Terra, com 5.259 habitantes, isto é, 835 pessoas para cada 2,5 hectares. Em 1974, o petróleo havia ultrapassado o carvão como principal fonte de energia do mundo e a empresa divulgou que a mina seria fechada. Em abril de 1974, o último dos habitantes foi transportado para o continente e a ilha foi definitivamente fechada.

Pripyat, Ucrânia

a maior cidade fantasma do mundo

Em 1970, o governo soviético construiu uma pequena cidade para os trabalhadores das centrais nucleares de Chernobyl. A cidade de Pripyat desfrutava de conveniências que muitas outras cidades soviéticas apenas invejavam: arranha-céus de apartamentos, escolas, um centro cultural, hospitais, piscinas, teatros, lojas, restaurantes, cafés, parques infantis e um estádio. Na manhã de 26 de abril de 1986, no entanto, esta cidade seria irreversivelmente alterada. No dia seguinte ao desastre da usina de  Chernobyl, enquanto helicópteros zumbiam e a fumaça grossa subia do reator quatro, o governo soviético solicitou a evacuação imediata da cidade. Os moradores foram informados de que tinham duas horas para recolher todos os pertences essenciais e embarcar em um ônibus para a evacuação obrigatória. Eles foram informados de que a sua evacuação seria apenas temporária, para talvez três dias, no máximo, e assim, os residentes deixaram a maioria de suas roupas, fotografias, brinquedos e animais de estimação da família para trás. Os 50.000 cidadãos partiram de Pripyat em uma linha de ônibus de Kiev, todos à espera de ver a sua cidade natal de novo em poucos dias. Eles nunca iriam voltar.

Ordos, China

Antes de mencionar Ordos, vale a pena fazermos um desvio fascinante por Hong Kong. A cidade de Kowloon Walled era um povoado densamente povoado e em grande parte sem governo, em Kowloon, Hong Kong. No passado, na Dinastia Song, serviu como um posto militar para defender a área contra piratas e gerenciar a produção de sal antes de passar a ser de domínio britânico. Durante a ocupação japonesa na II Guerra Mundial a população inchou, já que milhares de residentes de Hong Kong procuraram refúgio no enclave improvisado. Uma vez que o Japão se rendeu a partir da cidade, a população aumentou drasticamente novamente com numerosos invasores chegando.

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No início dos anos 1980, transformou-se um paraíso para os criminosos e conhecida por casa de bordéis, cassinos, salões de cocaína e antros de ópio. A cidade tornou-se o foco de uma crise diplomática entre a Grã-Bretanha e China, que se recusavam a assumir sua responsabilidade. Eventualmente, ambas as autoridades britânicas e chinesas concluíram que a cidade estava cada vez mais insuportável, apesar das taxas de criminalidade mais baixas em anos posteriores. Desgovernada por normas de saúde e segurança ou quaisquer códigos de construção, a qualidade de vida e as condições sanitárias em que os cerca de 50 mil habitantes viviam foi motivo de muita preocupação. Em 1991, a evacuação da cidade Walled começou. Muitos moradores protestaram contra a evacuação e demolição, mas apesar disso, a compensação e realojamento dos moradores custou ao governo US $ 2,7 bilhões de dólares de Hong Kong, e os últimos moradores saíram no início de 1992. Os anos seguintes viram o nivelamento de toda a cidade e em 1995 o Parque Kowloon Walled foi aberto no local onde esta vergonhosa cidade ficava.

Apesar de Kowloon Walled City nunca ter sido tecnicamente uma "cidade fantasma", foi o precedente para a atual onda chinesa, as cidades "vazias". Desde Kowloon, a China continuou a crescer em um ritmo sem precedentes: estima-se que 20 milhões de pessoas migram das zonas rurais para as cidades todos os anos. Em um esforço para compensar a criação de centros urbanos informais como Kowloon, e em antecipação de crescimento e expansão, a China estabeleceu massivas cidades planejadas  -  mas o desenvolvimento superou o afluxo de residentes propostos. Embora este problema possa ser visto em muitos países, como a Irlanda, particularmente em Ordos, na Mongólia, ele pode ser testemunhado em uma escala maciça.

Essas cidades fantasmas, com pontes para lugar nenhum e estradas vazias, alimentam o ceticismo de muitos analistas ocidentais que consideram a economia chinesa desequilibrada. Em 2011, a porcentagem da população chinesa em áreas urbanas chegou a um surpreendente 51,3%, comparado com menos de 20% em 1980. A OECD (Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento - Organisation for Economic Co-operation and Development) projeta que a população urbana já descontrolada da China vai expandir por mais de 300 milhões de pessoas em 2030 - uma adesão quase igual ao da população atual dos Estados Unidos. 

A confiança chinesa em sua urbanização colossal é reforçada pelos muitos exemplos de projetos urbanos de "vazios", tais como Shangai Pudong. Construído no final de 1990, Shanghai Pudong permaneceu vazio por um longo período, mas lentamente foi sendo ocupado. Possui hoje uma população de cerca de 5,5 milhões. A China não espera para construir novas cidades. Em vez disso, o investimento e a construção deve estar alinhada com o fluxo futuro de moradores urbanos. Os empregos em áreas urbanas explodem em um ritmo consistente e o desenvolvimento de infraestruturas e alojamentos em antecipação ao crescimento têm sido sempre parte do grande plano da China. O que todo o resto do mundo pode fazer é simplesmente assistir à maior urbanização que o mundo já viu.

Referências

Comentário de Stephen Roach, economista-chefe e membro sênior Jackson da Universidade de Yale Instituto de Assuntos Globais, publicado no Project Syndicate.

Relatório McKinsey em urbanização crescente na China e megacidades.

Artigo de pesquisa por Elfar Petursson, Universidade da Islândia.

Via Raconteur Living

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Nossa Viagem

Conheça as cidades fantasmas mais impressionantes (e assustadoras) do mundo.

Marcel Vicenti

Colaboração para o UOL

15/08/2017 04h00

Passear por um lugar que foi abandonado por causa de tragédias, guerras ou crises econômicas pode ser um programa muito curioso para as férias. Há diversas cidades fantasmas ao redor do mundo que viraram populares atrações turísticas. Nelas, os viajantes têm a sensação de estar no meio de um cenário de filme de terror –e, às vezes, os locais realmente guardam histórias assustadoras. Veja sete essas cidades fantasmas que, atualmente, recebem turistas. 

Cidades Fantasmas - Kolmanskop - Damien du Toit/Creative Commons - Damien du Toit/Creative Commons

O sul da Namíbia tem uma das cidades fantasmas mais impressionantes do mundo. O lugar se chama Kolmanskop, um antigo vilarejo que, no começo de século 20, era o lar de centenas de pessoas que trabalhavam em uma mina de diamantes que existia na região. Kolmanskop foi completamente abandonada nos anos 1950, quando os diamantes entraram em escassez. Restaram no local as ruínas de diversas casas, um hospital e até uma escola, que foram invadidas pelas areias do deserto que marca essa área da Namíbia. Hoje, os turistas se divertem entrando nas construções. Kolmanskop já serviu, inclusive, como locação para um desconhecido filme de terror lançado no começo dos anos 90, chamado “Dust Devil”.

Cidades Fantasmas - Bodie - Tpsdave/Creative Commons - Tpsdave/Creative Commons

Localizada no interior da Califórnia, a cidade de Bodie surgiu durante a corrida do ouro que movimentou os Estados Unidos no século 19. O local chegou a ter mais de 5.000 habitantes, atraídos pelas minas. Hoje, quase que completamente desabitada (há alguns guardinhas que tomam conta das ruínas de Bodie e moram por lá), o lugar preserva uma aparência típica de vilarejo do Velho Oeste, com casarões de madeira, igrejas, carcaças de carros e, logicamente, um bar. Carcaças de antigos carros do século 20 também podem ser vistas na área. Em uma das ruas locais, uma placa avisa: “É ilegal pegar qualquer coisa de Bodie”. Uma lenda diz que maldições se abatem sobre turistas que tiram qualquer coisa da cidade fantasma.

Cidades Fantasmas - St. Elmo - Rolf Blauert/Creative Commons - Rolf Blauert/Creative Commons

Outra interessante cidade fantasma que pode ser visitada nos Estados Unidos é St. Elmo, no Colorado. Fundada no final do século 19, era residência, principalmente, para pessoas que trabalhavam nas minas de ouro da região. Com o declínio da indústria da mineração na área, St. Elmo começou a perder moradores nas primeiras décadas do século 20 e, hoje, exibe um grande conjunto de casas, igrejas e estabelecimentos comerciais abandonados. Muitas dessas estruturas, porém, estão extremamente bem preservadas, rendendo grandes fotos para os turistas.

Cidades Fantasmas - Pripyat - Justin Stahlman/Creative Commons - Justin Stahlman/Creative Commons

O acidente nuclear na usina de Chernobyl, na Ucrânia, gerou milhares de mortos e danos ambientais incalculáveis. Ocorrido em 1986, o desastre espalhou material radioativo por toda a região e causou a evacuação da Pripyat, a cidade onde viviam, junto com suas famílias, milhares de pessoas que trabalhavam na usina. Hoje, mais de 30 anos após a tragédia, Pripyat (que fica a poucos quilômetros de Chernobyl) virou atração turística: viajantes vão até lá para explorar seus edifícios, hospital, escolas, restaurantes e centros esportivos abandonados. Em algumas residências, ainda há objetos de seus antigos moradores, como quadros e bonecas. E, no meio de tudo isso, surge um melancólico parque de diversões com roda-gigante e carrinhos de bate-bate em ruínas. Os tours são realizados com guias.

Cidades Fantasmas - Varosha - ThomasNY/Creative Commons - ThomasNY/Creative Commons

Localizado em Chipre, Varosha foi um dos resorts mais famosos do mar Mediterrâneo, sendo frequentado por celebridades como Elizabeth Taylor e Richard Burton. Em 1974, porém, o território foi invadido pela Turquia, o que gerou uma guerra com a população de ascendência grega que era majoritária na ilha. Varosha ficou bem na linha de tiro e, por isso, foi abandonada por seus moradores e trabalhadores, que nunca mais conseguiram voltar. Durante o conflito, o Chipre foi dividido em dois (o norte ficou sob domínio turco e o sul permaneceu com os gregos-cipriotas), e o resort se viu perto do local onde passa essa fronteira. Sua orla foi bloqueada pelos turcos e a atividade turística morreu de vez na área. Varosha, hoje, é um conjunto de ruínas, contrastando com a beleza do mar que banha suas areias. Turistas não podem entrar na área, mas costumam tirar fotos da paisagem a partir das praias vizinhas.

Cidades Fantasmas - Hashima - Jordy Meow/Creative Commons - Jordy Meow/Creative Commons

A Ilha de Hashima, no Japão, chegou a ter mais de 5.000 habitantes nos anos 1950. A maioria trabalhava em uma mina de carvão, desativada nos anos 1970. A população foi embora e, hoje, restam apenas cinzentos prédios com janelas quebradas, ruas forradas de entulho e um clima sinistro. Hashima tem um apelido: Gunkanjima (que, em japonês, quer dizer algo como “Ilha do Navio de Guerra”). Visto de cima, o lugar lembra uma embarcação bélica. Hoje, parte desse terreno pode ser visitado por turistas, que se surpreendem com os enormes edifícios abandonados. 

Cidades Fantasmas - Craco - Wallora/Creative Commons - Wallora/Creative Commons

A Itália tem uma das mais fotogênicas cidades fantasmas do mundo: Craco, localizada sobre uma colina no sul da bota e com construções com quase mil anos. Oferecendo lindas vistas para o vale do rio Cavone, o local foi habitado até a segunda metade do século 20, mas foi abandonado por causa da deterioração da estrutura da cidade e por perigos apresentados pela natureza. Nos anos 1960, deslizamentos fizeram com que a população fosse evacuada. Anos depois, um terremoto ocorreu nesta região da Itália e desencorajou qualquer tentativa de repovoar Craco. Turistas podem visitar a hoje cidade fantasma, que abriga até as ruínas de um castelo. Craco já foi usada como locação para vários filmes, como “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson.

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Conheça Pripyat, a cidade fantasma de Chernobyl

Por Danielle Cassita | Editado por Rafael Rigues |   31 de Julho de 2022 às 14h00

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Mick De Paola/Unsplash

Em 26 de abril de 1986, ocorreu uma explosão no reator 4 da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. Considerado o acidente mais sério da história da indústria nuclear, ele destruiu o reator e liberou grandes quantidades de material radioativo no ambiente , exigindo a evacuação das pessoas nos arredores da usina — inclusive da cidade de Pripyat, a mais próxima do complexo.

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  • Por que Hiroshima é habitável e Chernobyl não?

A Agência de Energia Nuclear (NEA) explica que o reator 4 da usina foi desativado para uma manutenção de rotina no dia 25 de abril. Por isso, os técnicos queriam aproveitar a oportunidade para testar se, no caso de a usina ficar sem energia, ainda seria possível manter o resfriamento do núcleo do dispositivo. O procedimento foi realizado sem as precauções de segurança adequadas, e a equipe de operação não foi alertada sobre os perigos do teste.

Com isso, o reator ficou perigosamente instável. A causa exata da explosão ainda segue motivo de discussão entre os especialistas, mas entre as mais aceitas, está o excesso de vapor criado pela diminuição da quantidade de água de resfriamento , que causou um pico incontrolável de energia.

O que aconteceu em Pripyat?

A Usina Nuclear de Chernobyl fica a cerca de 130 km de Kiev, na Ucrânia, e a quase 20 km ao sul da fronteira com Belarus. Já a cidade de Chernobyl, lar de aproximadamente 12.500 moradores antes do acidente, fica a cerca de 15 km a sudeste do complexo. Por fim, Pripyat é a cidade mais próxima da usina: ela fica a apenas 3 km das instalações e foi construída para os funcionários de Chernobyl. Antes do acidente, Pripyat abrigava quase 50 mil habitantes.

A explosão inicial do reator causou a morte de dois funcionários da usina — segundo a NEA, mais de 100 bombeiros do local e de Pripyat foram convocados, e eles acabaram recebendo as maiores doses de radiação. De acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA), 28 dos bombeiros e funcionários de emergência morreram nos primeiros três meses após a explosão em função da radiação.

Mesmo estando tão próxima, foi somente 36 horas após o acidente que a população de Pripyat foi totalmente evacuada — naquele momento, os moradores já começavam a reclamar de vômitos, dores de cabeça e outros sintomas causados pela alta exposição à radiação . Muitos não entendiam a dimensão do que havia acontecido, e pensavam que teriam que deixar suas casas por apenas alguns dias. Os moradores não foram autorizados a levar seus pertences e animais de estimação pelo medo de contaminação.

Já no dia 2 de maio, uma área no raio de 30 km da usina foi fechada por uma comissão da antiga União Soviética, formando o que ficou conhecido como “Zona de Exclusão” — obviamente, a zona inclui a usina e lugares próximos, como Pripyat. Outros 116 mil moradores foram evacuados; no total, a IAEA estima que quase 200 mil residentes foram realocados para regiões distantes de onde houve o acidente.

Como Pripyat é hoje?

Apesar do ocorrido, em 2010 que o governo ucraniano anunciou que a Zona de Exclusão ao redor de Chernobyl seria aberta a visitantes no ano seguinte para passeios com itinerários restritos, permanência limitada e alimentos cuidadosamente controlados. Essas medidas eram precauções para minimizar os riscos causados pela radiação mínimos.

Claro que, nas primeiras horas após o desastre, ainda não havia certeza sobre o quão contaminados estariam os arredores — tanto que, na época, as autoridades simplesmente determinaram um limite arbitrário ao redor do reator. Depois, pesquisadores descobriram que algumas áreas dentro da Zona tinham baixos níveis de radiação, e que parte do material radioativo já havia decaído após a explosão.

Por outro lado, há áreas que seguem contaminadas, como o sarcófago de concreto que encerra o que restou do reator. Mesmo assim, as paradas de passeios turísticos do tipo incluem a cidade de Chernobyl e até Pripyat. “Os níveis de radiação ali são relativamente altos, mas devido ao tempo limitado de estadia, as doses cumulativas são baixas”, disse Vadim Chumak, do Centro de Radiação Medicinal da Ucrânia.

Aqueles que visitaram Pripyat descrevem uma cidade fantasma, com escombros e pertences deixados para trás durante a evacuação às pressas. “O que mais me lembro sobre as horas que passamos em Pripyat é o som e a sensação de andar em vidro quebrado nas alas hospitalares, com leitos vazios, berços e salas operatórias repletas de escombros”, descreveu Jennifer Kingsley, exploradora da National Geographic que visitou a região.

Hoje, a IAEA estima haver cerca de 187 pequenas comunidades vivendo na Zona de Exclusão, número que inclui moradores que decidiram voltar para suas casas por conta própria, mesmo vivendo em lugares com níveis de radiação acima dos níveis normais do ambiente — que, embora mais altos, não são fatais. Segundo a IAEA, a exposição a níveis baixos (mas ainda anormais) de radiação ao longo de longos períodos é menos perigoso que a exposição a grandes quantidades de uma só vez.

Fonte: NEA , IAEA , Scientific American , National Geographic , Live Science ( 1 , 2 ), DW

Cidades fantasma: Entenda por que elas não têm habitantes

Estas cidades-fantasma têm histórias e desfechos diferentes. Algumas viraram atrações turísticas

Conheça agora cidades-fantasma que viraram ruínas pelo mundo.

Kayakoy (Turquia) - No século 18, era habitada por gregos e turcos. Mas foi abandonada no início dos anos 1920, quando terminou a Guerra Greco-Turca.

Só existem ruínas de 500 casas e duas igrejas ortodoxas. Turistas vão lá para conferir o que restou.

Centralia (EUA) - A cidade, na Pensilvânia, foi fundada em 1875. Teve 5 mil habitantes em 1960. Era um lugar normal, com escolas, igrejas, mercados, vida cotidiana. Hoje, é tudo vazio, e há uma placa advertindo para o perigo na entrada.

A cidade teve que ser abandonada porque uma empresa ateou fogo para queimar lixo num aterro e não sabia que, embaixo, havia uma antiga mina de carvão. O fogo no subsolo se espalhou e as altas temperaturas obrigaram todos os moradores a fugir. Até hoje, sai fumaça pelo chão.

O cenário é tão assustador que essa cidade inspirou o jogo Silent Hill (que também deu origem ao filme "Terror em Silent Hill").

Varosha (Chipre) - É um bairro abandonado no sul da cidade de Famagusta. Antes de 1974, era uma moderna área turística da cidade.

Mas seus habitantes fugiram durante a invasão turca. Está vazia desde então. Na foto, hotéis - antes movimentadíssimos - viraram ruínas.

Pyramiden (Noruega) - Cidade construída no auge da União Soviética, recebeu esse nome por causa de um morro em forma de pirâmide. Dependia de subsídios do governo, mas, com o fim da URSS, foi esvaziada. Embora fique na Noruega, pertence à Rússia.

Na foto, uma inscrição em branco na mina de carvão diz "Paz para o mundo!" em russo. Soa como ironia em termos de guerra da Rússia contra a Ucrânia.

Ilha de Hashima (Japão) - Fica na província de Nagasaki. Entre 1887 e 1974, serviu de base militar para a extração de carvão

Com a troca do carvão para o petróleo, suas atividades foram encerradas. A ilha ficou vazia e é visitada por curiosos.

Kolmanskop (Namíbia) - Construída por alemães em 1908, a 10 km da cidade portuária de Lüderitz. O objetivo era a exploração de diamantes. Em 1917, era responsável por 12% da produção de diamantes no mundo.

Mas, com o esgotamento das jazidas, a cidade foi abandonada. E a areia do deserto invadiu o lugar. Casas, empresas, tudo foi tomado pela areia do deserto.

Bodie (EUA) - Fica na Califórnia. Inaugurada em 1857, foi importante na época da corrida do ouro. Chegou a ter 10 mil habitantes.

Quando o metal se esgotou na região, em 1915, as pessoas foram embora. Em 1962 foi transformada em Parque Estadual.

Pompeia - Cidade do Império Romano, na região da Campânia, no sul da Itália, foi destruída pelo vulcão Vesúvio em 79 d.C. Ficou soterrada por cinzas e pedras-pomes numa das catástrofes mais conhecidas da história.

Escavações revelaram ruínas intactas e corpos moldados pelas cinzas do vulcão, o que criou um cenário impressionante. Pompeia tornou-se um sítio arqueológico de imenso valor, classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO.

A cidade é uma das atrações turísticas mais populares da Itália, visitada anualmente por cerca de 2,5 milhões de pessoas.

Pripyat (Ucrânia) - Mesmo antes da guerra contra a Rússia, ficou deserta por causa do acidente nuclear de Chernobyl.

Fundada em 1970 justamente para abrigar trabalhadores da usina, ficou contaminada com o vazamento da radiação. E ainda serão necessários cerca de 20 mil anos para que o lugar possa voltar a ser habitado.

Apesar disso, Pripyat é aberta à visitação dependendo da medição da radiação. Os visitantes só podem entrar com roupa adequada, não podem tocar em nada e precisam a todo instante usar um medidor de radiação.

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Tensão na América Latina

Guayaquil: uma cidade fantasma na guerra contra as facções criminosas, mais de 3 milhões de habitantes vivem com medo durante onda de violência.

AFP

AFP Hervé BAR

Assim como seu famoso Malecón, o longo calçadão com vista para as águas marrons do rio Guayas, agora estranhamente vazio, Guayaquil, a grande cidade portuária na costa do Pacífico do Equador , parece deserta.

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Curitiba é eleita a cidade mais inteligente do mundo

O world smart city awards, em barcelona, deu o primeiro lugar à metrópole brasileira na categoria "cidades".

Por Redação

09/01/2024 10h39 Atualizado 09/01/2024

Curitiba é eleita a cidade mais inteligente do mundo — Foto: Getty Images

O World Smart City Awards 2023 , prêmio concedido pela Fira Barcelona, na Espanha, elegeu Curitiba como a cidade mais inteligente do mundo . A capital paranaense desbancou outras metrópoles que se destacam no campo, como Barranquilla (Colômbia), Cascais (Portugal), Izmir (Turquia), Makati (Filipinas) e Sunderland (Reino Unido), aparecendo pela quinta vez entre as seis cidades mais inteligentes do mundo.

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Reconhecida mundialmente e considerada a principal no quesito inovação, a premiação avalia uma série de atributos: políticas públicas, programas, planejamento urbano, conectividade, sustentabilidade e ações de modernização. Vencedora da categoria "Cidades", Curitiba precisou apresentar diversos projetos para concorrer no ranking, como o Wi-fi Curitiba , a Muralha Digital , o aplicativo Saúde Já e o Nota Curitibana , além de promover avanços em eletromobilidade, ações de acesso à alimentação saudável e investimento de redução de emissão de carbono.

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Em 2022, Curitiba ficou entre as finalistas com a proposta de segurança alimentar e nutricional baseada na agricultura urbana, enquanto em 2019 também se destacou com o projeto Vale do Pinhão. Um ano antes, a capital paranaense concorreu na categoria "Ambiente Urbano", com a iniciativa chamada Agricultura Urbana Horta do Chef, que incentiva agricultores urbanos a venderem parte dos alimentos que cultivam a restaurantes da cidade.

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Seis capitais brasileiras estão no ranking das cidades mais promissoras do mundo

A Pesquisa 2023 Global Cities Report leva em conta o desempenho atual e o potencial das cidades para atrair e reter investimentos

Seis capitais brasileiras estão no ranking das cidades mais promissoras do mundo

São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador são as capitais brasileiras que compõem a lista das 156 cidades mais promissoras do mundo. A pesquisa 2023 Global Cities Report, da consultoria global Kearney, foi divulgada no começo de janeiro deste ano. O estudo anual mede o desempenho atual e o potencial das cidades para atrair e reter investimentos, pessoas e ideias. O relatório indica a crescente distribuição geográfica das oportunidades.

Com relação a 2023, a pesquisa se concentrou nas transformações sociais, geopolíticas e tecnológicas que desafiam a hierarquia tradicional das cidades globais e criam uma geografia de oportunidades mais amplamente distribuída. O relatório explora os desenvolvimentos que influenciam as trajetórias dos locais, dando visibilidade, por exemplo, aos aspectos como a revolução do trabalho remoto e a aceleração no uso de tecnologias como a Inteligência Artificial.

No ranking, São Paulo ocupa a primeira posição entre as brasileiras ficando com a 46ª posição, seguida por Rio de Janeiro em 76º, Belo Horizonte em 111º, Porto Alegre em 115º, Salvador 124º e Recife fechando a lista em 131º. As capitais também apareceram na divulgação de anos anteriores.

ECONOMIA - O Turismo vem contribuindo, cada vez mais, com o desenvolvimento econômico e social das cidades brasileiras. Para potencializar os atrativos nacionais, o governo federal tem investido na melhoria da infraestrutura turística apoiando obras que aprimoram o atendimento a visitantes, como urbanização de orlas, pavimentação de vias e construção de centros de convenções. Em 2023, o Ministério do Turismo entregou mais de 500 obras em todo o Brasil, com um investimento federal de R$ 380 milhões.

Outra importante ação implantada pelo MTur no ano passado foi a ampliação e facilitação de acesso a financiamentos com as melhores condições de mercado. Por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), foram liberados, no ano passado, cerca de R$ 1,2 bilhão para empreendedores incrementarem seus negócios. Os recursos permitem a realização de obras, aquisição de equipamentos e a obtenção de capital de giro.

MAIS ATRATIVO - As melhorias na infraestrutura turística das cidades também ajudam a atrair mais turistas estrangeiros para o país. Em novembro de 2023, o Brasil registrou um recorde histórico de mais de R$ 3 milhões deixados no Brasil por esses visitantes. No acumulado de 2023, o montante chegou a R$ 30,8 bilhões, incremento de 40,3% em relação ao período de janeiro a novembro do ano anterior, de acordo com levantamento do Banco Central. O recorde anterior havia sido registrado em 2011, quando o montante chegou a R$ 2,669 bilhões.

Até novembro de 2023, último dado disponível no Painel de Chegadas da Embratur, mais de 5,2 milhões de visitantes estrangeiros desembarcaram no Brasil. Esse é o melhor resultado nos últimos três anos para o setor. O mês de novembro registrou a segunda maior chegada de turistas internacionais da história - com 504.395 visitantes - perdendo apenas para o 11º mês de 2015.

Por: Ministério do Turismo (MTur)

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Curitiba é eleita a cidade mais inteligente do mundo e se torna referência para o setor turístico

a maior cidade fantasma do mundo

Crédito: Arquivo MTur

Ações e programas de planejamento urbano voltados ao crescimento socioeconômico e à sustentabilidade ambiental fizeram de Curitiba (PR), a cidade mais inteligente do mundo, segundo o World Smart City Awards, prêmio concedido pela Fira Barcelona, na Espanha. A honraria é considerada uma das principais nas áreas de inovação e cidades inteligentes.

Com a implantação de soluções para manter a construção de uma cidade mais sustentável e inovadora, alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), Curitiba se destacou sendo a quinta vez que a capital paranaense ficou entre as seis cidades mais inteligentes do mundo, finalistas do prêmio.

Como uma tendência crescente na indústria do turismo, Destinos Turísticos Inteligentes (DTI’s) é uma estratégia desenvolvida na Espanha que ajuda as cidades a darem maior visibilidade aos atrativos turísticos, com a implantação de tecnologias que tornam os destinos mais acessíveis e sustentáveis. No Brasil, a metodologia, foi adaptada à realidade brasileira, sendo implantada pelo Ministério do Turismo, em parceria com o Instituto Cidades del Futuro.

No país, o DTI é desenvolvido tendo como foco nove pilares: Governança; Inovação; Tecnologia; Sustentabilidade; Acessibilidade; Promoção e Marketing; Segurança; Mobilidade e Transporte e Criatividade. As cidades que se dispõem a implantar as diretrizes para tornar os seus destinos mais atrativos, adquirem o selo DTI após 80% dos requisitos cumpridos pelo plano de transformação.

Recentemente, dez novas cidades brasileiras receberam a certificação DTI em Transformação. As cidades de Foz do Iguaçu (PR), Goiânia (GO), Ponta Grossa (PR), Santos (SP), Joinville (SC), Vila Velha (ES), Fortaleza (CE), São Luís (PI), Gramado (RS) e Bonito (MS) cumpriram todas as etapas previstas no edital do MTur e receberam o selo. Belo Horizonte (MG) também foi contemplada pela iniciativa própria de desenvolver um plano de transformação seguindo a metodologia DTI Brasil.

SOBRE O DTI - Um Destino Turístico Inteligente é aquele que gerencia seus processos e seu território de forma inovadora e sustentável, comprometido com pilares que impactam positivamente a qualidade de vida dos moradores e a experiência dos turistas. Além disso, para fazer parte dos Destinos Inteligentes o município precisa se esforçar em resolver problemas de áreas como segurança, acessibilidade, infraestrutura, comunicação, marketing, entre outras, de forma inovadora e com o uso de tecnologias.

Por Fábio Marques

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

IMAGES

  1. Esta é a maior cidade fantasma do mundo. Sabe onde fica?

    a maior cidade fantasma do mundo

  2. A maior cidade fantasma do MUNDO!!!

    a maior cidade fantasma do mundo

  3. A maior cidade fantasma

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  18. Qual a maior cidade fantasma do Mundo?

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